Home Data de criação : 07/05/08 Última atualização : 08/12/29 11:38 / 905 Artigos publicados
 

Ribeiro menospreza Diego Barros e chama dissidentes de “burros”  (Últimas do Leão) escrito em sexta 14 novembro 2008 11:48

No dia em que o zagueiro Diego Barros foi dissuadido por ex-dirigentes remistas a esperar um pouco mais para procurar seus direitos na Justiça do Trabalho e deixar o clube, o presidente Raimundo Ribeiro garantiu que, se a vontade do atleta for mesmo essa, não há o que se fazer. Afirmou também que o jogador superestima sua qualidade e atua melhor na imprensa ao reclamar dos problemas azulinos. Ribeiro comentou ainda sobre a saída do lateral-direito Cicinho e do zagueiro Da Silva, que conseguiram, na Justiça do Trabalho, se desvincular do clube. Ele considerou a atitude deles como falta de inteligência. 'É uma burrice sem tamanho. São dois jogadores sem expressão. Onde é que eles vão jogar agora? Deixaram um time de renome para algo incerto', disse Ribeiro em entrevista à Rádio Liberal AM.

Sobre Diego Barros ele foi bem incisivo. 'Elogiam tanto o Diego Barros, por exemplo, mas não vejo essa bola toda nele. Ele não jogou nada nesse Campeonato Brasileiro. Ele teve mais competência nos microfones para reclamar do clube. Podem ir. Eles estão com os salários atrasados e podem buscar os direitos deles'. Na última quarta-feira, Diego afirmou que sua paciência tinha chegado ao limite e que procuraria os direitos na Justiça. Com propostas de outros clubes, o zagueiro quer deixar Belém com suas dívidas sanadas.

Sobre a crise financeira, Ribeiro foi taxativo ao admitir que as perspectivas de entrada de recursos são pequenas. 'Estamos esperando o dinheiro cair do céu', explica. 'Só assim. Há a possibilidade de se conseguir recursos para pagar ao menos uns dois meses de salários aos jogadores e funcionários. Haverá a eleição e pode ser que, com ela, também consigamos recursos. Tomara que o novo presidente consiga trazer pessoas para ajudar, porque do jeito que está não dá.'

Quanto à eleição que escolherá seu sucessor, o presidente deixou claro qual seu candidato de preferência. 'Estou observando tudo de fora, mas acho que o melhor candidato é o Carlos Rebelo. Ele pode conseguir financiamento. Preciso de alguém com prestígio e força. Eu, infelizmente, tive desde o começo o trabalho sabotado por muita gente', finalizou Ribeiro.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

Nota Amigos Azulinos: Mais é muito CARA DE PAU ESSE SENHOR!

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A paciência chegou ao final  (Últimas do Leão) escrito em quinta 13 novembro 2008 11:41

Um dia depois de ter dito que não sabia até quando sua paciência se prolongaria, ao que tudo indica ela chegou ao fim para o zagueiro Diego Barros. Cansado de esperar por uma solução de seus problemas financeiros, com atraso de salários, o jogador afirmou que hoje é o Dia D. Se nada for feito, ele procurará a Justiça do Trabalho para tentar receber o que tem direito. Ele disse que se tomar essa iniciativa deixa Belém na próxima segunda-feira e dificilmente voltará para defender o clube.

Diego reclama, inclusive, do descaso dos candidatos à sucessão de Raimundo Ribeiro. 'Venho procurando por dirigentes e por alguns candidatos e ninguém toma uma providência. Amanhã (hoje), se continuar tudo do mesmo jeito, vou tomar uma atitude e procurar meus direitos na Justiça do Trabalho', disse. 'Não estou pedindo muito, de R$ 10 mil a R$ 12 mil para eu poder resolver meus problemas antes de ir embora, deixar tudo certo para meu retorno. Felizmente, se não voltar tenho outras pessoas interessadas em meu futebol', completou Diego.

O que o jogador fez questão de enfatizar é que se tomar essa iniciativa, procedimento que sempre disse nunca querer tomar, não negociará com mais ninguém ligado ao Leão Azul. O jogador tem contrato com o clube até o final do ano que vem e há uma multa rescisória de quase R$ 1 milhão. Essa multa pode ser reclamada por ele ao pedir os direitos federativos após três meses sem receber, mas ele garante que isso é algo que não passa por sua cabeça nesse momento.

'Tenho salários de três meses atrasados e outras coisas por receber. É uma situação bem ruim, mas estou tranqüilo. Fiz de tudo que estava a meu alcance para não ter nenhum problema, mas parece que não deu. Quero apenas meus direitos', afirmou Diego. 'A partir do momento em que entrar na Justiça e for embora não tem mais volta. Não vou mais negociar com ninguém, seja lá qual for o próximo presidente', finalizou o zagueiro.

Adriano ainda não sabe se volta para o clube azulino

O goleiro Adriano teve ontem o segundo dia de treinamento no General da Vila. O contrato dele com o clube azulino termina no final desse mês e não há nenhuma certeza se ele permanecerá. Com salários atrasados acumulados por receber desde que chegou, o jogador tem um futuro indefinido no futebol paraense após o término dessa fase.

À tarde, enquanto a maioria dos novos companheiros participavam de um jogo-treino contra uma equipe amadora, o goleiro treinava em separado com outros jogadores para readiquirir a forma.

Mesmo longe da torcida que sempre o apoiou e defendendo as cores de um clube sem um átimo da expressão que o anterior, Adriano mantinha a rotina que caracterizas os camisas um, começando antes e terminando depois de quase todos os outros. Para ele, não é um demérito defender uma camisa sem maiores aspirações. O importante, no momento, é manter-se em atividade.

'Para mim situações como essa somam. Tive uma experiência muito boa ano passado no Castanhal e espero que dessa vez seja igual, com o time se classificando para a fase seguinte.' Sobre o fato de estar longe do clube que mais o projetou na carreira, e também o que menos lhe pagou de forma ordenada, o jogador garante não sentir nenhum tipo de amargor pelo panorama. Pelo contrário, Adriano fez questão de elogiar a nova casa, o tratamento que tem recebido e, ao mesmo tempo, dar uma alfinetada nos clubes grandes da capital.

'Se estivesse tudo certo ainda estaríamos na competição, brigando por uma das vagas para a Série B. Não estamos e foram vários os motivos. Eu, da minha parte, gosto de treinar e jogar. Prefiro me manter em atividade. Férias a gente pensa depois. Eu tenho um objetivo profissional que é sempre crescer', disse. 'Hoje em dia os times considerados grandes só o são na torcida. Todo mundo está nivelado. O nível de trabalho aqui é o mesmo dos demais, as condições de treino, material esportivo, tudo da mesma qualidade', finalizou Adriano.

Carrossel é arrematado, mas juíza indefere a compra

Parte do terreno onse se localiza o Carrossel, ao lado do Baenão, foi a leilão de praça ontem na Justiça do Trabalho. Foi arrematado, mas não levado. Um grupo de empresários, representado pelo proprietário da Gêlo Pesca, indústria de Icoaraci, comprou o imóvel por R$ 1, 4 milhão, sendo que 40% para ser pago de entrada e mais dez parcerlas do restante.

Masa a juiza Mary Anne Acatauassú Camelier, titular da 1ª Vara, onde tramitou o caso do goleiro Régis, indeferiu a compra. A praça foi realizada e se algum interessado no imóvel apresentar-se com um valor superior - a avaliação foi feita em R$ 2 milhões -, leva o Carrossel.

Hoje, dessa vez por um processo na 2ª Vara, o terreno será posto à venda mais uma vez. O advogado do Remo, André Meira, não chegou a usar os recursos que tinha guardado para o leilão de ontem, o que deve fazer caso haja um comprador em potencial com mais bala na agulha.

Condel -Os nomes dos doze candidatos à Benemerência, eleição que ocorre na próxima segunda-feira em reunião do Conselho Deliberativo do clube. Os nomes são: Sérgio Zumero, Lucival Alencar, Armando Corrêa, Paulo Falcão, Clóvis Malcher Filho, Luís Rebelo, José Edílzimo Eliziário Bentes, Luiz Neto, Ulysses Carvalho, José Maria Campos, José Licínio Carvalho e Raphael Levy. Estes dois últimos ex-presidentes do clube.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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Sem dinheiro para a viagem  (Últimas do Leão) escrito em quarta 12 novembro 2008 11:52

Sem receber há três meses, com as contas atrasadas e sem intenção de disputar a primeira fase do Campeonato Paraense por outro clube, o zagueiro Diego Barros vive um dilema em Belém. Ele pretende passar o final de ano com a família em São Paulo, mas não tem recursos sequer para a viagem. Os último salário, recebido quatro meses atrás, foi praticamente todo para pagar as contas do dia-a-dia. O jogador pretende retornar para o Clube do Remo ano que vem, mas deixou claro que isso não é uma certeza. Diego afirmou que tem tido muita paciência com a situação, mas que tudo tem limites. O zagueiro não descartou, inclusive, procurar no futuro a Justiça do Trabalho para poder receber o que tem direito, mesmo dizendo que essa seria apenas a última opção.

'Peço de R$ 10 mil a R$ 12 mil para pagar minhas dívidas. Quero ir para casa e depois voltar a Belém sem dívidas e manter algumas coisas como apartamento e carro. Até agora ninguém me procurou para tentar ajudar. Vou esperar até onde minha paciência agüentar', disse. 'Por enquanto falta coragem de colocar na Justiça um clube que gosto muito. Mas dependendo da minha paciência eu posso ter que tomar essa atitude', completou Diego.

O zagueiro teve propostas do Pinheirense e do Castanhal para disputar a primeira fase do Parazão. Da primeira não se interessou muito. Na segunda o desinteresse teve caminho inverso. Ele chegou a ser procurado por pessoas ligadas ao Japiim, mas o negócio não foi para frente por causa da preferência do técnico Artur Oliveira por dois outros jogadores para a posição. Diego garante que encarou a situação com naturalidade. 'O pessoal de lá tinha me procurado para conversar, mas o negócio nem começou a ser discutido. Cada treinador tem suas preferências, o que é normal. O Artur preferiu o Charles e o Felipe Bragança, os dois grandes jogadores.'

Diego Barros chegou a ser procurado por dirigentes do Mirassol-SP, mas mesmo a boa proposta que teve não chegou a seduzi-lo, apesar de toda a pressão do empresário para que deixasse o Baenão. O zagueiro se diz muito chateado e até estressado com tudo o que tem passado, por isso prefere sair de férias e dar um tempo no futebol para analisar melhor as propostas e a posibilidade de voltar para o Leão Azul. 'Gostaria é de ir para casa. Já são mais de dez meses sem ver direito minha família. A situação aqui, com tudo que vem acontecendo, é muito estressante. As contas têm se acumulando e eu estou me arrastando. É uma situação muito ruim e complicada.'

Carrossel vai a leilão mais uma vez

O Carrossel, terreno anexo ao Baenão e que dá de frente para a Avenida Almirante Barroso, vai mais uma vez a leilão na Justiça do Trabalho. O processo movido pelo goleiro Régis na 1ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho já está em fase de execução e só pode ser parado em caso de acordo, posibilidade que tem tanta chance de acontecer quanto a do Remo voltar via tapetão para a Série C. 'Existe a possibilidade de acordo, mas é pequena. Para um acordo é preciso ter dinheiro e é público e notório que o clube não dispõe de recursos financeiros', explicou o advogado André Meira, responsável em defender o clube na Justiça do Trabalho e, por conseguinte, o homem mais trabalhador hoje em dia no Leão.

Meira explicou que o clube já entrou com recurso no TRT para tentar impedir o leilão, mas que isso não é uma garantia que a venda seja concretizada. Caso isso venha a acontecer a saída é recorrer para instâncias mais altas. 'Vamos tentar impedir o leilão usando os argumentos que temos. Já entramos com um Agravo de Petição para tentar impedir o leilão. Vamos tentar todos os recursos possíveis', disse. 'São dois processos distintos e em Varas diferentes, mas são semelhantes. Como já estão em execução não há mais o que discutir', completou Meira, referindo-se ao leilão de amanhã, também do Carrossel, para o pagamento de R$ 53 mil ao volante Fabiano Silva.

O advogado explicou que caso a venda seja feita os detalhes do leilão serão apreciados para um futuro recurso. 'Isso depende dos fatos que acontecerem durante o leilão. Vamos observar o processo para ver que atitude tomar casa haja a venda.'

Sobre a sede campestre, arrematada em leilão no começo do mês passado, o caso continua empacado. A venda foi feita, mas o Remo recorreu e espera ainda para 2008 o julgamento do caso para tentar reaver o patrimônio. 'Ainda esse ano haverá o julgamento em segunda instância do caso da sede campestre. Vamos recorrer até onde for possível, até ao STF (Supremo Tribunal Federal) se for preciso', finalizou Meira.

Adriano joga primeira fase do paraense pelo General da vila

O goleiro Adriano acertou com a diretoria do Pinheirense e ontem mesmo começou a treinar no Abelardo Conduru. O jogador ficará no General da Vila durante a primeira fase do Campeonato Paraense de 2009. O jogador tem contrato com o Clube do Remo até o final desse mês e, a partir do dia 31, estará livre para assinar com qualquer outra agremiação. Ele garante que a preferência é voltar para o Baenão, mas confessa que recebeu quatro propostas, duas delas de clubes paraenses.

'Recebi duas propostas de fora e duas daqui, de clubes que disputarão a fase principal do Campeonato Paraense, mas a prioridade continua sendo o Remo', confirmou Adriano. Além do time azulino, restam Paysandu, Águia e Ananindeua já classificados para fase principal da competição.

O jogador não sabe de seu futuro em Belém. Por mais que demonstre desejo de renovar com o clube que defende desde 2006, a situação financeira do Remo lhe deixa inseguro. 'Preciso pensar no meu futuro. Não sei se vale a pena permanecer, mas é um clube que aprendi a gostar. Já roí muito osso e tenho certeza que um dia vou voltar a comer filé. Clubes grandes passam por dificuldades, mas sempre dão a volta por cima.'

O camisa um chegou a ser procurado pelos empresários Pedro Minowa e Carlos Rebelo, o primeiro candidato confirmado à eleição e o segundo candidato virtual. Ambos demonstraram interesse na permanência dele para a próxima temporada. Adriano disse que só tratará de renovação após a eleição no clube.

Ajuda - O assunto do dia no Baenão também teve como foco central o Baenão. O boato dava conta do interesse de um empresário do ramo madeireiro disposto a adquirir o terreno em troca do pagamento de toda a dívida trabalhista do clube, esta alguns dígitos a mais do que o valor do Carrossel. O nome e a procedência do empresário salvador não foi divulgado, assim como acontece em todos os boatos que garantem que um empresário vai chegar a qualquer momento para ajudar o Clube do Remo.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)
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Da Silva se livra do Remo  (Últimas do Leão) escrito em terça 11 novembro 2008 11:55

Uma semana depois de perder na Justiça do Trabalho os direitos federativos do lateral-direito Cicinho, ontem, da mesma forma, o Clube do Remo perdeu mais um jogador oriundo das divisões de base. Em caso muito semelhante, o zagueiro da Silva não teve direito a tudo o que pleiteava na Justiça, cerca de R$ 700 mil, mas conseguiu a liberação e mais R$ 23 mil, divididos em oito parcelas.

Para o Remo foi uma derrota menor, já que de fato não havia recolhimento de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e fazia quatro meses que o salário do atleta não era pago. Mas, não deixa de ser uma vitória que deixa um sabor amargo.

Da Silva tem 19 anos e foi a principal revelação do clube este ano. Pode ser que não viesse a dar a resposta que se espera dele, mas só o futuro poderá dizer.

Para os próximos dias, o departamento jurídico do clube azulino continuará com a agenda cheia. O zagueiro Charles, o atacante Garrinchinha, o volante Marlon, o preparador de goleiros Afonso Almeida e o preparador físico Maurício Matos, todos ex-Remo, já protocolaram reclamações da Justiça do Trabalho. Todos com passagens este ano pelo Evandro Almeida. Comenta-se, no Baenão, que o zagueiro Rodrigo e o volante Diego Maciel, ambos também vindos da base, tomarão o mesmo caminho.

Amanhã e quarta-feira haverá o leilão de praça do terreno do Carrossel, anexo ao Baenão. No dia 12, o caso é referente ao goleiro Régis e no dia 13 para o volante Fabiano Silva. Para muita gente no Evandro Almeida é dado como certo que o clube perca o terreno. Se isso vier a acontecer, os dois maiores rivais da capital paraense deixarão de ser vizinhos da Avenida Almirante Barroso.

Nos últimos meses os leilões, que sempre eram revertidos posteriormente, passaram a ser encarados com maior temor depois que a sede campestre foi vendida e o caso não pôde ser revertido até agora.

Um dos que mais lamentam a situação é o treinador Carlinhos Dorneles. Responsável direto pela revelação de grande parte dos jogadores do clube, por ser o coordenador das divisões de base, o atual técnico do elenco profissional comentou que uma das saídas nesse momento passa pela renúncia do presidente Raimundo Ribeiro.

'Fico muito triste porque é um trabalho desperdiçado. São valores que são revelados e não aproveitados. A maioria ainda tem idade de sub-20 e nem deveria estar no elenco principal por não estar totalmente preparada', disse.'Nenhuma administração deu muita atenção à base, mas essa tem sido a pior. Nesse momento seria interessante a renúncia do presidente. Sempre que há uma mudança de administração há uma expectativa de trabalho melhor', completou Dorneles.

Conselho se reúne na segunda-feira

Depois de praticamente acertarem que este ano não haveria mais reunião do Conselho Deliberativo, o presidente da casa, Pedro Lima, voltou atrás e acabou confirmando ontem que na próxima segunda-feira, dia 17, o Condel se encontrará novamente.

A reunião da semana que vem terá um único propósito: fazer uma eleição para preencher as doze vagas em aberto para a Benemerência.

Essa eleição tem um grande e principal interessado que é o empresário Carlos Rebelo, que quer, e provavelmente conseguirá, que alguns nomes assumam o posto.

Uma das condições que Rebelo impôs para concorrer à presidência do clube, o que muita gente do Remo quer, é justamente a da reformulação do Condel, com uma diminuição considerável dos conselheiros e a eleição de novos Beneméritos.

A eleição para o Conselho Diretivo está marcada para ainda este ano, no primeiro dia de dezembro.

Por enquanto, oficialmente, não há nenhum candidato inscrito.

Orlando Frade, Amaro Klautau, Pedro Minowa e Benedito Sá, que lançaram cada um uma chapa, terão que se reinscrever porque as anteriores foram consideradas nulas pelo Conselho após a impugnação da eleição anterior, que nem chegou a ser realizada devido o recurso judicial de um torcedor que apontou as incoerências da primeira tentativa de pleito.

Saída de Sérgio Papellin é oficial. Ainda hoje ele deixa Belém.

Considerado por muita gente como uma das principais contratações do Remo esse ano, Sérgio Papellin deve deixar Belém hoje à tarde e não é mais o coordenador de futebol do clube. Pela manhã, ele entregou um relatório ao presidente Raimundo Ribeiro. No documento, apontou alguns pontos dos meses de trabalho no Baenão e deixou sugestões do que pode ser feito para a próxima temporada. Assim como o restante dos funcionários e jogadores, Papellin também tem uma soma considerável por receber em salários atrasados.

'Deixei algumas sugestões. Esse clube tem que ser muito bem tratado porque o ano que vem será importantíssimo. É imprescindível que o Remo participe do Campeonato Brasileiro. Se ficar sem calendário já em maio será o primeiro passo para fechar as portas do futebol', comentou Papellin. Em 2009, o Leão Azul tem garantido o Campeonato Paraense e a Copa do Brasil. Para disputar a Série D terá que ficar à frente de Águia e Paysandu no Parazão.

Ao mesmo tempo em que afirmou ter gostado da experiência de ter trabalhado no futebol paraense, Papellin deixou claro que espera receber os salários atrasados a que tem direito. Apesar de garantir que não quer ter que recorrer à Justiça para ter seus direitos garantidos, ele deixou claro que se for essa a última opção ele não se furtará a procurar os tribunais. 'Espero que o acertado seja cumprido. Fiquei muito feliz e honrado com minha passagem por Belém e pelo Clube do Remo', disse. 'Não quero ter que brigar na Justiça, mas quem trabalha quer e tem que receber', completou Papellin.

As especulações dão conta de que Papellin teria um mínimo de R$ 40 mil para receber do Remo. Extra-oficialmente ele garante que é mais do que o dobro disso, mas que no acerto que teve com Ribeiro essa quantia foi diminuída em pelo menos a metade.

Amigo do técnico e diretor de futebol do Águia, João Galvão, Papellin não comenta sobre um suposto interesse do clube marabaense em tê-lo ano que vem. Entre as lamentações ele ressalta a ponta de 'inveja' com a campanha do Azulão, que ainda está na briga por uma das três vagas abertas para a Série B. 'Aprendi a gostar de Belém, do povo e dos torcedores em geral. Infelizmente, não cumprimos nossa meta que era levar o Remo bem mais longe, mas os problemas financeiros nos impediram disso. Queria que hoje o Remo estivesse na mesma situação do Águia'.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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“Paredão” define o futuro  (Últimas do Leão) escrito em segunda 10 novembro 2008 13:18

O goleiro Adriano deve decidir, hoje, por qual clube disputará a primeira fase do Parazão. O jogador recebeu duas propostas, uma do Sport Belém e outra do Pinheirense. Ambas, segundo o arqueiro, bem interessantes. Antes, ele já havia sido sondado pelo Castanhal, chegando a conversar com o diretor do Japiim, Wanderley Melo, mas a negociação não evoluiu, já que o clube da estrada pretendia contar com o jogador para todo o Estadual e ele só concorda em sair do Baenão para jogar a primeira fase. O contrato do goleiro com o Remo vai até o final do mês. Ele pretende conversar com o presidente Raimundo Ribeiro para definir sua situação.

'Meu desejo é continuar jogando no Remo, mas preciso de uma conversa com a diretoria. O problema é que a gente não acha o presidente', afirmou. Adriano acredita que a renovação de seu contrato poderá até ficar para o presidente que assumirá o comando remista a partir de janeiro. Adriano não revelou os valores das propostas feitas por Pinheirense e Sport Belém. A tendência é que o jogador vá para o Brasinha, como é chamado o Sport.

'Tivemos uma conversa bastante proveitosa e só depende de poucos detalhes para o Adriano jogador no Sport', contou o técnico rubro-negro Zé Carlos, que tem carta branca do clube para negociar a aquisição de jogadores. A ida do arqueiro para o Sport também depende da liberação do atleta por parte do Remo, que tem de ceder o termo de empréstimo do atleta. Se não tivesse contrato em vigência com o clube, o jogador já poderia até estar treinando junto com o elenco do Pinheirense ou Sport.

'Dependo da liberação desse documento', contou. 'Espero que não ocorra dificuldades para a liberação desse termo de empréstimo', comentou o goleiro. Adriano vinha treinando no Baenão, mas desde que a direção remista resolveu oficializar as férias do elenco, ele deixou de comparecer diariamente no clube, como vinha ocorrendo desde a saída do time da Série C do Brasileiro. Aliás que do grupo de profissionais apenas o lateral-direito Levy e o lateral-esquerdo Edinaldo, que ainda não tem contrato de profissional, seguem trabalhando com o sub-20, sob o comando do técnico Carlinhos Dornelles.

Processo de da silva será julgado hoje

O zagueiro Da Silva, que abandonou o Baenão há cerca de três semanas, terá sua situação resolvida hoje com o clube. O atleta terá seu processo contra o Remo julgado hoje, às 10 horas, na 9ª Vara da Justiça do Trabalho. A decisão de sair do clube foi tomada pelo jogador em função do atraso de pagamento dos salários, que na época caminhava para quatro meses. Da Silva cobra da direção azulina a soma de R$ 700 mil, valor referente, segundo ele, a salários, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outros direitos. Durante os últimos meses que esteve no Baenão, o atleta, assim como os demais, só recebeu vales.

'Salário integral não existia', afirmou. Após deixar o Remo, o jogador viajou para a cidade de Itinga, na fronteira com o Maranhão, onde mora a família. Havia especulação da ida do atleta para o Vasco/RJ, no entanto, o próprio zagueiro desmentiu o boato. 'Ainda não tenho clube para jogar. Primeiro estou querendo resolver a minha saída do Remo', disse. Também surgiram informações de que o zagueiro hhavia sido oferecido ao Paysandu juntamente com o lateral-direito Cicinho, que também deixou o Remo nas mesmas condições.

A ida para a Curuzu, porém, não passou de especulação. A informação de que os atletas foram oferecidos ao Papão foi passada à imprensa pelo diretor bicolor, Maurício Maciel. Mas o dirigente não soube dizer quem teria feito a proposta ao clube alvi-azul. Os jogadores negaram o interesse em se transferir para o maior rival remista. Cicinho, que conseguiu seu desligamento do Leão, na semana passada, via Justiça do Trabalho, já está procurando clube para jogar.

É provável que Da Silva e o representante do Remo, advogado André Meira, cheguem a um acordo, como ocorreu no caso de Cicinho. O lateral teve direito ao seu atestado liberatório e mais R$ 10 mil, que devem ser pagos em quatro parcelas de R$ 2.5 mil. A preocupação do departamento jurídico azulino é que o Remo não cumpra com o acertado na Justiça do Trabalho, o que eleverá o valor da divida, como já ocorreu em vários casos envolvendo ex-jogadores.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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