Parece novela, mas o
caso da assinatura de contrato do atacante Marcello Troisi
não se resolveu ainda ontem. A previsão do final do
folhetim poderá ser hoje. O jogador espera solucionar a
pendência com o coordenador de futebol Sérgio
Papellin, que, em entrevista ontem à Rádio Clube,
adiantou que decidirá a situação nas
próximas horas.
Segundo Marcello, o detalhe que estaria emperrando a
transação é a definição de um
apartamento e o ressarcimento “pequeno” de gastos por
ocasião de sua vinda à capital paraense. O atacante
mantém o otimismo de acertar com o Leão, até
porque atendeu a um convite do técnico Bagé.
“Não iria recuar agora a um pedido dele.”
Vice-campeão maranhense no ano passado pelo Imperatriz, o
atacante disse que foi sondado pela Portuguesa Londrinense (PR) e
por um clube de fora do país, mas que sua vontade é
se destacar com a camisa do Remo e futuramente assinar um contrato
mais vantajoso em outro grande clube brasileiro. Marcello revelou
inclusive que sua mulher gostou de Belém e manifestou o
desejo de fixar residência na cidade.
J.R.RODRIGUES
QUANTO
CUSTA?
Leão adia decisão sobre preços de
ingressos
Se o rival
Paysandu já definiu os preços do ingresso no
Campeonato Paraense, a diretoria do Remo ainda não se
manifestou oficialmente. Até ontem à noite, o
departamento de futebol desconhecia quais serão os valores.
A palavra final estava com o presidente do clube, Raimundo Ribeiro,
que não comunicou o custo das exibições
azulinas para a torcida. O dirigente não foi encontrado pelo
Bola para falar sobre o assunto.
Uma fonte no Baenão, no entanto, diz que os valores
deverão permanecer o mesmo de 2007: R$ 10 arquibancadas, R$
20 a cadeira e R$ 5 a meia-entrada para estudantes e sócios.
Os mesmos preços seriam praticados no possível duelo
com o Central de Caruaru (CE) no dia 5 de março, caso o Remo
não o despache no estádio inimigo. No entanto, no
sonhado choque com o Palmeiras, pela segunda fase, haveria
majoração nas entradas. (J.R.R.)
É
TUDO LAZER
Tranquilo, Bagé não teme deslizes em
amistosos
Preparado para
tudo: o técnico Bagé garante que não
sentirá o peso de eventuais críticas se o Remo for
derrotado em Castanhal, no amistoso da próxima
segunda-feira, e nem diante do Vila Rica/Cametá, dia 30,
também na casa do adversário. “Vamos lá
para vencer, mas sabemos que são equipes que têm
grandes jogadores que farão de tudo para nos vencer e temos
de estar preparados para isso”, afirmou o comandante
azulino.
Bagé disse também que não fará
“tempestade em copo d’água” caso algum
atleta não renda bem nos testes. “Todo o trabalho que
estamos fazendo não é apenas para o Campeonato
Paraense, mas também visando a Copa do Brasil”,
destacou. Em Castanhal e em Cametá, o gaúcho
prevê dificuldades para sair com a vitória na bagagem.
“Eles deverão jogar contra a gente como se a partida
valesse três pontos. Contra o Remo, desde time amador quer
ganhar de qualquer jeito.”
O treinador descartou cortes iminentes no grupo. “Temos
algumas carências por posições, mas agora
não haverá dispensas”, informou, lamentando que
a contratação de um atacante e de um meia segue
esbarrando na dificuldade financeira do clube e na exigência
dos pretendidos de receber um ou dois salários adiantados.
“Não vamos fazer nada além do que
podemos”, avisou. (J.R.R.)
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