Home Data de criação : 07/05/08 Última atualização : 08/11/20 11:43 / 867 Artigos publicados
 

Xerife dá novo “ultimato”  (Últimas do Leão) escrito em segunda 17 novembro 2008 11:37

Diego Barros promete, mais uma vez, deixar o Remo e jogar o clube na justiça se não receber salários

Diego Barros prometeu deixar o Remo. De novo. O zagueiro deu ultimato a Raimundo Ribeiro e à Associação dos Torcedores e Amigos do Clube do Remo (Atar): se não o pagarem até hoje à noite, vai recorrer à Justiça do Trabalho e pedir liberação do clube. Diego garante que recebeu proposta do Barueri/SP, time praticamente classificado para a Série A. Mas anunciou que, para não mover ação trabalhista contra o Leão, o defensor teria que receber pelo menos R$ 12 mil.

A Atar tem se organizado para quitar os vencimentos atrasados de alguns jogadores, como os salários do goleiro Tyronne e do lateral-direito Levy, que já havia descartado entrar na Justiça do Trabalho contra o clube. O goleiro Adriano não descartou essa possibilidade, mas, como foi emprestado ao Pinheirense durante a primeira fase do Campeonato Paraense 2009, dificilmente recorrerá ao Tribunal Regional do Trabalho. O Paredão vai prorrogar por três meses o contrato que tem com o Remo até o final do mês.

O goleiro também garante que recebeu quatro propostas, de clubes paraenses e de fora, mas anunciou que pretende voltar ao Baenão o quanto antes. O único impedimento seriam os salários atrasados e a péssima situação financeira em que o clube se encontra. É possível que a novela de Diego Barros e Adriano, dois ídolos azulinos da temporada 2008, só termine depois das eleições presidenciais remistas. Os dois jogadores têm esperanças de que, em 2009, o vento sopre a favor do Leão.

Processos - Os advogados do Remo vão tentar, nesta semana, um novo acordo com a desembargadora Francisca Formigosa, do Tribunal Regional do Trabalho, onde correm os processos trabalhistas contra o clube. André Meira, responsável pelo setor jurídico azulino, pretende sugerir que o dinheiro arrecadado com o leilão da sede campestre de Benfica, vendida por R$ 3 milhões, sirva para terminar com os bloqueios de renda e das verbas de patrocínio do clube em 2009.

Em 2007, Remo e Paysandu fizeram acordo com a desembargadora Pastora Leal para suspender os bloqueios. Em troca, deveriam depositar mensalmente quantias determinadas pelo TRT para quitar os processos trabalhistas. Mas, como nem Leão nem Papão honraram os compromissos, a negociação foi encerrada. E os dois clubes perderam credibilidade com a Justiça do Trabalho. Em 2008, sofreram as consequências e pagaram, juntos, mais de R$ 1 milhão em bloqueios de renda.

(Fonte: Jornal Amazôni-pa)

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Remo segura o Carrossel  (Últimas do Leão) escrito em sexta 14 novembro 2008 11:51

O Clube do Remo conseguiu escapar, pelo segundo dia consecutivo, de perder parte do terreno onde está o Carrossel, na Avenida Almirante Barroso. Conseguiu além, mas também teve que pagar seu preço. A oferta do departamento jurídico do clube foi a desistência de qualquer recurso referente ao leilão da sede campestre, em Benfica, e, possivelmente, dos bloqueios de renda por parte da Justiça do Trabalho. Os envolvidos se reunirão novamente para definir melhor a segunda parte.

O advogado André Meira, responsável pela atuação trabalhista dentro do clube, explicou qual foi a estratégia usada ontem no leilão do processo movido pelo volante Fabiano Silva na 2ª Vara Trabalhista. O clube abriu mão do terreno em Benfica para sair do sufoco imposto pelos bloqueios. 'Sustamos a praça do Carrossel', explicou Meira. 'O Remo fez uma proposta ao TRT (Tribunal Regional do Trabalho) na qual o clube desiste da sede campestre e não haverá mais nenhuma praça de outro imóvel nem bloqueios de renda. Ficou acertado que, em dez dias, vamos apresentar a resposta a essa proposta para evitar que o Carrossel volte a ir a leilão. Acredito que, até semana que vem, teremos uma proposta formal.'

Sobre o leilão da quarta-feira, sustado provisoriamente pela juíza da 1ª Vara por causa da forma de pagamento e de dívidas do terreno com a prefeitura, o advogado afirmou que, por enquanto, espera pelos trâmites legais para saber se outras propostas serão feitas. 'Se ele ajuizar uma ação, ela será publicada no Diário Oficial e depois seremos notificados.'

Atualmente, o caso mais complicado entre a Justiça do Trabalho e o Remo continua sendo o do meia-atacante Thiago Belém, jogador que saiu direto do sub-20 com um contrato com uma multa rescisória de R$ 800 mil e, logo em seguida, foi demitido. 'Nosso maior processo hoje em dia é do Thiago Belém, que, atualizado, dá cerca de R$ 1,4 milhão', explica André Meira. 'É um processo que está em execução desde 2005, mas vamos ainda tentar um acordo.'

Para Meira, o fato do lateral-direito Cicinho e o zagueiro Da Silva terem adquirido seus direitos federativos na Justiça foi uma vitória para o Remo, em face do dinheiro que o clube teria que desembolsar para pagar seus salários atrasados. 'Os casos dos dois eram de salários atrasados há quatro meses e sem depósito de FGTS', explica o advogado. 'Conseguimos os acordos para diminuir o valor da indenização. Receberão apenas os salários através do acordo'. E os passes.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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Ribeiro menospreza Diego Barros e chama dissidentes de “burros”  (Últimas do Leão) escrito em sexta 14 novembro 2008 11:48

No dia em que o zagueiro Diego Barros foi dissuadido por ex-dirigentes remistas a esperar um pouco mais para procurar seus direitos na Justiça do Trabalho e deixar o clube, o presidente Raimundo Ribeiro garantiu que, se a vontade do atleta for mesmo essa, não há o que se fazer. Afirmou também que o jogador superestima sua qualidade e atua melhor na imprensa ao reclamar dos problemas azulinos. Ribeiro comentou ainda sobre a saída do lateral-direito Cicinho e do zagueiro Da Silva, que conseguiram, na Justiça do Trabalho, se desvincular do clube. Ele considerou a atitude deles como falta de inteligência. 'É uma burrice sem tamanho. São dois jogadores sem expressão. Onde é que eles vão jogar agora? Deixaram um time de renome para algo incerto', disse Ribeiro em entrevista à Rádio Liberal AM.

Sobre Diego Barros ele foi bem incisivo. 'Elogiam tanto o Diego Barros, por exemplo, mas não vejo essa bola toda nele. Ele não jogou nada nesse Campeonato Brasileiro. Ele teve mais competência nos microfones para reclamar do clube. Podem ir. Eles estão com os salários atrasados e podem buscar os direitos deles'. Na última quarta-feira, Diego afirmou que sua paciência tinha chegado ao limite e que procuraria os direitos na Justiça. Com propostas de outros clubes, o zagueiro quer deixar Belém com suas dívidas sanadas.

Sobre a crise financeira, Ribeiro foi taxativo ao admitir que as perspectivas de entrada de recursos são pequenas. 'Estamos esperando o dinheiro cair do céu', explica. 'Só assim. Há a possibilidade de se conseguir recursos para pagar ao menos uns dois meses de salários aos jogadores e funcionários. Haverá a eleição e pode ser que, com ela, também consigamos recursos. Tomara que o novo presidente consiga trazer pessoas para ajudar, porque do jeito que está não dá.'

Quanto à eleição que escolherá seu sucessor, o presidente deixou claro qual seu candidato de preferência. 'Estou observando tudo de fora, mas acho que o melhor candidato é o Carlos Rebelo. Ele pode conseguir financiamento. Preciso de alguém com prestígio e força. Eu, infelizmente, tive desde o começo o trabalho sabotado por muita gente', finalizou Ribeiro.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

Nota Amigos Azulinos: Mais é muito CARA DE PAU ESSE SENHOR!

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A paciência chegou ao final  (Últimas do Leão) escrito em quinta 13 novembro 2008 11:41

Um dia depois de ter dito que não sabia até quando sua paciência se prolongaria, ao que tudo indica ela chegou ao fim para o zagueiro Diego Barros. Cansado de esperar por uma solução de seus problemas financeiros, com atraso de salários, o jogador afirmou que hoje é o Dia D. Se nada for feito, ele procurará a Justiça do Trabalho para tentar receber o que tem direito. Ele disse que se tomar essa iniciativa deixa Belém na próxima segunda-feira e dificilmente voltará para defender o clube.

Diego reclama, inclusive, do descaso dos candidatos à sucessão de Raimundo Ribeiro. 'Venho procurando por dirigentes e por alguns candidatos e ninguém toma uma providência. Amanhã (hoje), se continuar tudo do mesmo jeito, vou tomar uma atitude e procurar meus direitos na Justiça do Trabalho', disse. 'Não estou pedindo muito, de R$ 10 mil a R$ 12 mil para eu poder resolver meus problemas antes de ir embora, deixar tudo certo para meu retorno. Felizmente, se não voltar tenho outras pessoas interessadas em meu futebol', completou Diego.

O que o jogador fez questão de enfatizar é que se tomar essa iniciativa, procedimento que sempre disse nunca querer tomar, não negociará com mais ninguém ligado ao Leão Azul. O jogador tem contrato com o clube até o final do ano que vem e há uma multa rescisória de quase R$ 1 milhão. Essa multa pode ser reclamada por ele ao pedir os direitos federativos após três meses sem receber, mas ele garante que isso é algo que não passa por sua cabeça nesse momento.

'Tenho salários de três meses atrasados e outras coisas por receber. É uma situação bem ruim, mas estou tranqüilo. Fiz de tudo que estava a meu alcance para não ter nenhum problema, mas parece que não deu. Quero apenas meus direitos', afirmou Diego. 'A partir do momento em que entrar na Justiça e for embora não tem mais volta. Não vou mais negociar com ninguém, seja lá qual for o próximo presidente', finalizou o zagueiro.

Adriano ainda não sabe se volta para o clube azulino

O goleiro Adriano teve ontem o segundo dia de treinamento no General da Vila. O contrato dele com o clube azulino termina no final desse mês e não há nenhuma certeza se ele permanecerá. Com salários atrasados acumulados por receber desde que chegou, o jogador tem um futuro indefinido no futebol paraense após o término dessa fase.

À tarde, enquanto a maioria dos novos companheiros participavam de um jogo-treino contra uma equipe amadora, o goleiro treinava em separado com outros jogadores para readiquirir a forma.

Mesmo longe da torcida que sempre o apoiou e defendendo as cores de um clube sem um átimo da expressão que o anterior, Adriano mantinha a rotina que caracterizas os camisas um, começando antes e terminando depois de quase todos os outros. Para ele, não é um demérito defender uma camisa sem maiores aspirações. O importante, no momento, é manter-se em atividade.

'Para mim situações como essa somam. Tive uma experiência muito boa ano passado no Castanhal e espero que dessa vez seja igual, com o time se classificando para a fase seguinte.' Sobre o fato de estar longe do clube que mais o projetou na carreira, e também o que menos lhe pagou de forma ordenada, o jogador garante não sentir nenhum tipo de amargor pelo panorama. Pelo contrário, Adriano fez questão de elogiar a nova casa, o tratamento que tem recebido e, ao mesmo tempo, dar uma alfinetada nos clubes grandes da capital.

'Se estivesse tudo certo ainda estaríamos na competição, brigando por uma das vagas para a Série B. Não estamos e foram vários os motivos. Eu, da minha parte, gosto de treinar e jogar. Prefiro me manter em atividade. Férias a gente pensa depois. Eu tenho um objetivo profissional que é sempre crescer', disse. 'Hoje em dia os times considerados grandes só o são na torcida. Todo mundo está nivelado. O nível de trabalho aqui é o mesmo dos demais, as condições de treino, material esportivo, tudo da mesma qualidade', finalizou Adriano.

Carrossel é arrematado, mas juíza indefere a compra

Parte do terreno onse se localiza o Carrossel, ao lado do Baenão, foi a leilão de praça ontem na Justiça do Trabalho. Foi arrematado, mas não levado. Um grupo de empresários, representado pelo proprietário da Gêlo Pesca, indústria de Icoaraci, comprou o imóvel por R$ 1, 4 milhão, sendo que 40% para ser pago de entrada e mais dez parcerlas do restante.

Masa a juiza Mary Anne Acatauassú Camelier, titular da 1ª Vara, onde tramitou o caso do goleiro Régis, indeferiu a compra. A praça foi realizada e se algum interessado no imóvel apresentar-se com um valor superior - a avaliação foi feita em R$ 2 milhões -, leva o Carrossel.

Hoje, dessa vez por um processo na 2ª Vara, o terreno será posto à venda mais uma vez. O advogado do Remo, André Meira, não chegou a usar os recursos que tinha guardado para o leilão de ontem, o que deve fazer caso haja um comprador em potencial com mais bala na agulha.

Condel -Os nomes dos doze candidatos à Benemerência, eleição que ocorre na próxima segunda-feira em reunião do Conselho Deliberativo do clube. Os nomes são: Sérgio Zumero, Lucival Alencar, Armando Corrêa, Paulo Falcão, Clóvis Malcher Filho, Luís Rebelo, José Edílzimo Eliziário Bentes, Luiz Neto, Ulysses Carvalho, José Maria Campos, José Licínio Carvalho e Raphael Levy. Estes dois últimos ex-presidentes do clube.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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Sem dinheiro para a viagem  (Últimas do Leão) escrito em quarta 12 novembro 2008 11:52

Sem receber há três meses, com as contas atrasadas e sem intenção de disputar a primeira fase do Campeonato Paraense por outro clube, o zagueiro Diego Barros vive um dilema em Belém. Ele pretende passar o final de ano com a família em São Paulo, mas não tem recursos sequer para a viagem. Os último salário, recebido quatro meses atrás, foi praticamente todo para pagar as contas do dia-a-dia. O jogador pretende retornar para o Clube do Remo ano que vem, mas deixou claro que isso não é uma certeza. Diego afirmou que tem tido muita paciência com a situação, mas que tudo tem limites. O zagueiro não descartou, inclusive, procurar no futuro a Justiça do Trabalho para poder receber o que tem direito, mesmo dizendo que essa seria apenas a última opção.

'Peço de R$ 10 mil a R$ 12 mil para pagar minhas dívidas. Quero ir para casa e depois voltar a Belém sem dívidas e manter algumas coisas como apartamento e carro. Até agora ninguém me procurou para tentar ajudar. Vou esperar até onde minha paciência agüentar', disse. 'Por enquanto falta coragem de colocar na Justiça um clube que gosto muito. Mas dependendo da minha paciência eu posso ter que tomar essa atitude', completou Diego.

O zagueiro teve propostas do Pinheirense e do Castanhal para disputar a primeira fase do Parazão. Da primeira não se interessou muito. Na segunda o desinteresse teve caminho inverso. Ele chegou a ser procurado por pessoas ligadas ao Japiim, mas o negócio não foi para frente por causa da preferência do técnico Artur Oliveira por dois outros jogadores para a posição. Diego garante que encarou a situação com naturalidade. 'O pessoal de lá tinha me procurado para conversar, mas o negócio nem começou a ser discutido. Cada treinador tem suas preferências, o que é normal. O Artur preferiu o Charles e o Felipe Bragança, os dois grandes jogadores.'

Diego Barros chegou a ser procurado por dirigentes do Mirassol-SP, mas mesmo a boa proposta que teve não chegou a seduzi-lo, apesar de toda a pressão do empresário para que deixasse o Baenão. O zagueiro se diz muito chateado e até estressado com tudo o que tem passado, por isso prefere sair de férias e dar um tempo no futebol para analisar melhor as propostas e a posibilidade de voltar para o Leão Azul. 'Gostaria é de ir para casa. Já são mais de dez meses sem ver direito minha família. A situação aqui, com tudo que vem acontecendo, é muito estressante. As contas têm se acumulando e eu estou me arrastando. É uma situação muito ruim e complicada.'

Carrossel vai a leilão mais uma vez

O Carrossel, terreno anexo ao Baenão e que dá de frente para a Avenida Almirante Barroso, vai mais uma vez a leilão na Justiça do Trabalho. O processo movido pelo goleiro Régis na 1ª Vara do Tribunal Regional do Trabalho já está em fase de execução e só pode ser parado em caso de acordo, posibilidade que tem tanta chance de acontecer quanto a do Remo voltar via tapetão para a Série C. 'Existe a possibilidade de acordo, mas é pequena. Para um acordo é preciso ter dinheiro e é público e notório que o clube não dispõe de recursos financeiros', explicou o advogado André Meira, responsável em defender o clube na Justiça do Trabalho e, por conseguinte, o homem mais trabalhador hoje em dia no Leão.

Meira explicou que o clube já entrou com recurso no TRT para tentar impedir o leilão, mas que isso não é uma garantia que a venda seja concretizada. Caso isso venha a acontecer a saída é recorrer para instâncias mais altas. 'Vamos tentar impedir o leilão usando os argumentos que temos. Já entramos com um Agravo de Petição para tentar impedir o leilão. Vamos tentar todos os recursos possíveis', disse. 'São dois processos distintos e em Varas diferentes, mas são semelhantes. Como já estão em execução não há mais o que discutir', completou Meira, referindo-se ao leilão de amanhã, também do Carrossel, para o pagamento de R$ 53 mil ao volante Fabiano Silva.

O advogado explicou que caso a venda seja feita os detalhes do leilão serão apreciados para um futuro recurso. 'Isso depende dos fatos que acontecerem durante o leilão. Vamos observar o processo para ver que atitude tomar casa haja a venda.'

Sobre a sede campestre, arrematada em leilão no começo do mês passado, o caso continua empacado. A venda foi feita, mas o Remo recorreu e espera ainda para 2008 o julgamento do caso para tentar reaver o patrimônio. 'Ainda esse ano haverá o julgamento em segunda instância do caso da sede campestre. Vamos recorrer até onde for possível, até ao STF (Supremo Tribunal Federal) se for preciso', finalizou Meira.

Adriano joga primeira fase do paraense pelo General da vila

O goleiro Adriano acertou com a diretoria do Pinheirense e ontem mesmo começou a treinar no Abelardo Conduru. O jogador ficará no General da Vila durante a primeira fase do Campeonato Paraense de 2009. O jogador tem contrato com o Clube do Remo até o final desse mês e, a partir do dia 31, estará livre para assinar com qualquer outra agremiação. Ele garante que a preferência é voltar para o Baenão, mas confessa que recebeu quatro propostas, duas delas de clubes paraenses.

'Recebi duas propostas de fora e duas daqui, de clubes que disputarão a fase principal do Campeonato Paraense, mas a prioridade continua sendo o Remo', confirmou Adriano. Além do time azulino, restam Paysandu, Águia e Ananindeua já classificados para fase principal da competição.

O jogador não sabe de seu futuro em Belém. Por mais que demonstre desejo de renovar com o clube que defende desde 2006, a situação financeira do Remo lhe deixa inseguro. 'Preciso pensar no meu futuro. Não sei se vale a pena permanecer, mas é um clube que aprendi a gostar. Já roí muito osso e tenho certeza que um dia vou voltar a comer filé. Clubes grandes passam por dificuldades, mas sempre dão a volta por cima.'

O camisa um chegou a ser procurado pelos empresários Pedro Minowa e Carlos Rebelo, o primeiro candidato confirmado à eleição e o segundo candidato virtual. Ambos demonstraram interesse na permanência dele para a próxima temporada. Adriano disse que só tratará de renovação após a eleição no clube.

Ajuda - O assunto do dia no Baenão também teve como foco central o Baenão. O boato dava conta do interesse de um empresário do ramo madeireiro disposto a adquirir o terreno em troca do pagamento de toda a dívida trabalhista do clube, esta alguns dígitos a mais do que o valor do Carrossel. O nome e a procedência do empresário salvador não foi divulgado, assim como acontece em todos os boatos que garantem que um empresário vai chegar a qualquer momento para ajudar o Clube do Remo.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)
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