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'Eles lá do outro lado já nos atrapalharam nas negociações com o Léo Guerra e agora poderão fazer o mesmo com esses jogadores', alegou Ribeiro, referindo-se ao atacante que chegou a ser anunciado como contratado pelo Leão, mas que acabou indo para a Curuzu. 'Dessa vez vamos agir com cautela e só anunciaremos o nome do jogador contratado depois que ele estiver em Belém de contrato assinado', avisou. Ribeiro adiantou, no entanto, que alguns laterais e meias estão sendo avaliados pela coordenação de futebol do clube. 'Alguns desses atletas já foram contactados, mas ainda não existe nada de concreto', afirmou. Apesar do segredo feito pelo cartola, sabe-se que um dos atletas agendados é o meia Adrianinho, do Brasiliense/DF, antigo sonho de consumo do clube. O apoiador viria para Belém numa transação envolvendo o atacante Marcelo Maciel, que seria emprestado ao clube candango. Como o Leão está trazendo dois novos jogadores de ataque, é possível imaginar que as especulações em torno das negociações com o Brasiliense estejam na direção certa. O fato de Marcelo Maciel não ter desencabulado até agora na Série C, onde conta com apenas um gol, em oito partida, é outro indicativo de que o jogador poderá mesmo servir como moeda de troca na negociação. Aliás, o setor de ataque mais uma vez deixou a desejar, passando em branco na partida com o Holanda. Até que Léo Guerreiro teve a chance de balançar pelo menos uma vez a rede do time amazonense, mas, como em outras partidas, pecou no arremate final. Jogadas aéreas preocupam artur para a próxima partida O técnico do Remo, Artur Oliveira, já tem montada em sua cabeça a estratégia para arrancar a primeira vitória do time na segunda fase da Série C do Brasileiro, domingo, em Lucas do Rio Verde/MT, diante da Luverdense. Ainda em Manaus, de onde só retornou no início da tarde, acompanhado do auxiliar Nildo Pereira e de mais três jogadores, o treinador informou que um dos pontos fortes do adversário é a jogada aérea na área do time rival. 'Vamos trabalhar para evitar que a Luverdense se beneficie desse tipo de jogo', adiantou. Artur acredita que o fato de ser lanterna do grupo 17 fará o inimigo jogar no desespero. 'Eles vão jogar em casa e, como ainda não venceram, vão partir para cima', previu. 'Vamos tentar tirar proveito dessa situação, mas temos de fazer isso sem precipitação, como aconteceu contra o Holanda', recomendou. Artur informou que pretende mudar a forma tática de seu time em função da maneira como joga a equipe do Mato Grosso. 'A Luverdense atua no 3-5-2 e isso tem de ser levado em consideração', constatou o treinador. O comandante remista não terá o volante Diego Maciel, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. A vaga, pelo que sinalizou Artur, deverá ser ocupada por Jóbson, que entrou no segundo tempo da partida em Manaus dando uma resposta positiva, na avaliação do técnico. 'O Jóbson é a minha primeira opção para recompor o meio-de-campo da equipe', antecipou. 'Mas isso a gente vai analisar melhor no treino de sexta-feira (hoje). Assim como no jogo com o Holanda, ele também precisa dar uma resposta positiva no treinamento', comentou. Artur espera receber hoje uma palavra oficial do departamento médico quanto ao aproveitamento ou não do meia Ratinho no jogo em Lucas do Rio Verde. O jogador desfalcou o time em Manaus em função de uma contratura muscular. A ausência do atleta foi lamentada por todos no grupo azulino, inclusive pelo presidente Raimundo Ribeiro. 'O Ratinho, que é o nosso principal jogador, fez muita falta ao nosso time', analisou. Sobre o empate diante do Holanda, Artur afirmou que o Remo deixou a desejar no primeiro tempo. 'No início nossa equipe esteve sonolenta', acusou. 'Ela demorou a perceber que a maneira mais fácil de chegar ao gol adversário era tocando a bola', argumentou. De acordo com o treinador, faltou ao Leão valorizar mais a posse de bola. O treinador gostou, porém, do poder de reação mais uma vez mostrado pelo time. 'Sofremos o gol, mas tivemos forças para reagir e chegar ao empate.' Desorganização atrapalha a volta aos treinamentos do grupo A delegação do Remo retornou, ontem, de Manaus, trazendo na bagagem o empate (1 a 1) diante do Holanda, resultado que não estava nos planos do técnico Artur Oliveira e de seus jogadores. Como na ida para a capital amazonense, o retorno do time a Belém foi marcado pela desorganização. A delegação chegou dividida em dois grupos, provocando reviravolta na programação de treinamento elaborada pela comissão técnica. Ficaram em Manaus o técnico Artur, o auxiliar Nildo Pereira e os jogadores Diego Maciel, Marcelo Maciel e Levy. O grupo só desembarcou no aeroporto de Val-de-Cães por volta das 13h30. Já os demais jogadores chegaram a Belém no começo da manhã, mas foram liberados ainda no aeroporto pelo presidente Raimundo Ribeiro, que chefiou a delegação no jogo contra o Holanda. A intenção de Artur era iniciar os preparativos para o jogo de domingo com a Luverdense ontem à tarde. Contudo, a programação teve de ser alterada, com o treinador fixando a reapresentação do elenco para hoje pela manhã, no Baenão. 'A gente não contava com essa mudança', declarou Artur. 'Mais uma vez vamos ter pouco tempo para preparar o time', lamentou. A viagem para Lucas do Rio Verde acontece neste sábado, às 5 horas. Da capital do Mato Grosso, a delegação azulina ainda terá de enfrentar mais 345 quilômetros de ônibus. Pelo menos as passagens aéreas, bem como o aluguel do veículo para a viagem do time já estão garantidos, diferente do que aconteceu por ocasião do jogo contra o Holanda, quando o clube teve de recorrer à ajuda do governo do estado para viajar. Na chegada a Belém, o presidente Rraimundo Ribeiro voltou a reclamar do empate diante do Holanda. 'Não foi o resultado que a gente esperava', afirmou. 'Agora é buscar uma vitória diante da Luverdense, do contrário a situação vai ficar um pouco ruim', apontou o cartola. Ribeiro voltou a negar a informação quanto aos nomes dos pretendidos pelo clube. 'Quando eles chegarem aqui vocês da imprensa e os torcedores vão saber de quem se trata', esquivou-se, após ter anunciado a contratação de Moré, que deve chegar hoje. Luverdense cheio de problemas Suspensão e lesão de jogadores, acompanhadas de uma desgastante viagem de volta do Acre, onde o time caiu, por 4 a 3, diante do Rio Branco/AC, são alguns dos problemas que o técnico da Luverdense, Nesto Simionatto, tem para o jogo deste domingo, em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, contra o Remo. Ele perdeu quatro jogadores titulares e ainda corre o risco de não contar com o volante Francis, que deixou o gramado na quarta-feira com uma lesão. Já os desfalques confirmados são o lateral-esquerdo Luiz Henrique, punido com o terceiro cartão amarelo, os meias Giovanni e Thiago Martins, expulsos no confronto com o Estrelão. Como se não bastassem tantos desfalques, Simionatto e sua equipe ainda tiveram de percorrer uma verdadeira 'via-crúcis' no retorno de Rio Branco a Lucas do Rio Verde. A delegação deixou a capital do Acre às 15h30 direto para Rondônia, onde o grupo pernoitou. Hoje cedo o time seguiu para Cuiabá, de onde viajou de ônibus até a cidade do interior do Mato Grosso. A chegada da comitiva está prevista somente para o início da tarde de hoje. Para amenizar tantos problemas, o técnico Simionatto tem pelo menos uma cosolação: o provável retorno do atacante Gauchinho na partida contra o Leão. O jogador recupera-se de uma lesão e hoje deverá ser avaliado. Na reapresentação de hoje à tarde, Simionatto pretende ter levantar o astral do grupo, bastante abalado pelo tropeço no jogo de ida contra os acreanos. |
(Fonte: Jornal Amazônia-pa)
O Remo entrou
definitivamente na era de contratações para a segunda
fase da Série C do Brasileiro. No final da tarde de ontem o
presidente Raimundo Ribeiro confirmou a contratação
do centroavante Moré, que ficou de chegar em Belém
hoje, às 8 horas. 'Ele está com ordem de passagem em
mãos e deve chegar de manhã. Espero que a torcida
compareça para recepcionar mais um reforço azulino',
disse Ribeiro. Depois de anunciar a vinda do atacante o presidente
afirmou que mais dois reforços estão perto de fechar
a negociação, mais um atacante e um meia de
armação. Mesmo sem querer citar nomes, esses
jogadores seriam Reinaldo Aleluia e Adrianinho, este último
ex-Paysandu. O cartola, como havia feito com relação
aos jogadores de frente, se negou a falar sobre nomes. A
justificativa dada pelo presidente foi de que as
negociações com os atletas poderiam ser atravessadas
pelo Paysandu.
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