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“Paredão” define o futuro  (Últimas do Leão) escrito em segunda 10 novembro 2008 13:18

O goleiro Adriano deve decidir, hoje, por qual clube disputará a primeira fase do Parazão. O jogador recebeu duas propostas, uma do Sport Belém e outra do Pinheirense. Ambas, segundo o arqueiro, bem interessantes. Antes, ele já havia sido sondado pelo Castanhal, chegando a conversar com o diretor do Japiim, Wanderley Melo, mas a negociação não evoluiu, já que o clube da estrada pretendia contar com o jogador para todo o Estadual e ele só concorda em sair do Baenão para jogar a primeira fase. O contrato do goleiro com o Remo vai até o final do mês. Ele pretende conversar com o presidente Raimundo Ribeiro para definir sua situação.

'Meu desejo é continuar jogando no Remo, mas preciso de uma conversa com a diretoria. O problema é que a gente não acha o presidente', afirmou. Adriano acredita que a renovação de seu contrato poderá até ficar para o presidente que assumirá o comando remista a partir de janeiro. Adriano não revelou os valores das propostas feitas por Pinheirense e Sport Belém. A tendência é que o jogador vá para o Brasinha, como é chamado o Sport.

'Tivemos uma conversa bastante proveitosa e só depende de poucos detalhes para o Adriano jogador no Sport', contou o técnico rubro-negro Zé Carlos, que tem carta branca do clube para negociar a aquisição de jogadores. A ida do arqueiro para o Sport também depende da liberação do atleta por parte do Remo, que tem de ceder o termo de empréstimo do atleta. Se não tivesse contrato em vigência com o clube, o jogador já poderia até estar treinando junto com o elenco do Pinheirense ou Sport.

'Dependo da liberação desse documento', contou. 'Espero que não ocorra dificuldades para a liberação desse termo de empréstimo', comentou o goleiro. Adriano vinha treinando no Baenão, mas desde que a direção remista resolveu oficializar as férias do elenco, ele deixou de comparecer diariamente no clube, como vinha ocorrendo desde a saída do time da Série C do Brasileiro. Aliás que do grupo de profissionais apenas o lateral-direito Levy e o lateral-esquerdo Edinaldo, que ainda não tem contrato de profissional, seguem trabalhando com o sub-20, sob o comando do técnico Carlinhos Dornelles.

Processo de da silva será julgado hoje

O zagueiro Da Silva, que abandonou o Baenão há cerca de três semanas, terá sua situação resolvida hoje com o clube. O atleta terá seu processo contra o Remo julgado hoje, às 10 horas, na 9ª Vara da Justiça do Trabalho. A decisão de sair do clube foi tomada pelo jogador em função do atraso de pagamento dos salários, que na época caminhava para quatro meses. Da Silva cobra da direção azulina a soma de R$ 700 mil, valor referente, segundo ele, a salários, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outros direitos. Durante os últimos meses que esteve no Baenão, o atleta, assim como os demais, só recebeu vales.

'Salário integral não existia', afirmou. Após deixar o Remo, o jogador viajou para a cidade de Itinga, na fronteira com o Maranhão, onde mora a família. Havia especulação da ida do atleta para o Vasco/RJ, no entanto, o próprio zagueiro desmentiu o boato. 'Ainda não tenho clube para jogar. Primeiro estou querendo resolver a minha saída do Remo', disse. Também surgiram informações de que o zagueiro hhavia sido oferecido ao Paysandu juntamente com o lateral-direito Cicinho, que também deixou o Remo nas mesmas condições.

A ida para a Curuzu, porém, não passou de especulação. A informação de que os atletas foram oferecidos ao Papão foi passada à imprensa pelo diretor bicolor, Maurício Maciel. Mas o dirigente não soube dizer quem teria feito a proposta ao clube alvi-azul. Os jogadores negaram o interesse em se transferir para o maior rival remista. Cicinho, que conseguiu seu desligamento do Leão, na semana passada, via Justiça do Trabalho, já está procurando clube para jogar.

É provável que Da Silva e o representante do Remo, advogado André Meira, cheguem a um acordo, como ocorreu no caso de Cicinho. O lateral teve direito ao seu atestado liberatório e mais R$ 10 mil, que devem ser pagos em quatro parcelas de R$ 2.5 mil. A preocupação do departamento jurídico azulino é que o Remo não cumpra com o acertado na Justiça do Trabalho, o que eleverá o valor da divida, como já ocorreu em vários casos envolvendo ex-jogadores.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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Crise: inferno astral remista não termina e problemas se acumulam no Baenão  (Últimas do Leão) escrito em segunda 10 novembro 2008 12:26

BELÉM (PA) - Ao lado do arqui-rival Paysandu, o Remo é o maior vitorioso da história dos campeonatos paraenses. Na sua sala de conquistas, guarda com carinho a Taça do Campeonato Brasileiro da Série C de 2005. Um clube centenário e vencedor, mas atolado numa crise sem precedentes. Embora glorioso e com uma torcida enorme, emergiram problemas e a avalanche tende a continuar.

Problemas frutos de uma série de atropelos administrativos que, justiça seja feita, não foram somente de responsabilidade do atual presidente, Raimundo Ribeiro. O imóvel Carrossel, área anexa ao Estádio Baenão, por exemplo, pode ser leiloado esta semana. Com o futebol profissional desativado por conta do rebaixamento à quarta divisão do futebol brasileiro, o Remo se dispõe a tentar agendar amistosos caçaníqueis no interior do Estado que, além de obter pequena quantia em dinheiro, pode render (quem sabe) a revelação de um talento. Mas, por enquanto, o departamento de futebol não soma nada, só perde. Até jogadores revelados na terra vão à Justiça em busca da suas desvinculações. Prova que não acreditam em nenhum projeto de reconstrução. Recentemente, foram o lateral Cicinho e os zagueiros Da Silva e Rodrigo.

Ambos engrossaram uma lista da qual já faz parte o centroavante Adriano Miranda, que partiu rumo à carreira internacional e que não gerou sequer R$1,00 aos cofres azulinos. Fora os ex-integrantes da comissão técnica. E a  bola de neve por pouco não é maior: o polivalente Levy quase tomou o mesmo rumo, assediado por empresários. O pior é a situação de Carlinhos Dornelles, responsável por coordenar e descobrir valores. Está prestes a completar incríveis 40 meses sem receber salários.E os problemas não terminam. Ídolos do clube estão expostos a situações dramáticas. O meio-campo Ratinho procurou a imprensa paraense e acusou um calote. Após uma discussão com o presidente, o zagueiro Diego Barros chorou copiosamente por conta dos atrasados.

Já o goleiro Adriano convive com dificuldades, para honrarcompromissos referentes ao seu aparelho de telefone e o automóvel. Restam projetos isolados. Ex-diretores do amadorismo, Lucival Alencar e José Campos, querem organizar um torneio, no Estádio Baenão,para angariar fundos e pagarfuncionários. Apesar de ter vencido o estadual da temporada, os remistas devem estar cruzando os dedos para o ano terminar, já que o novo presidente só assume em janeiro de 2009. Pelo menos, renascerá a esperança.

(Fonte: O Diário do Pará)

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Adriano perto do brasinha  (Últimas do Leão) escrito em sexta 07 novembro 2008 12:43

O goleiro Adriano está bem perto de um acordo com o Sport Belém, pelo qual poderá disputar a primeira fase do Parazão. Ontem pela manhã, o jogador teve uma conversa demorada com o treinador da equipe rubro-negra, José Carlos, quando acertou as bases financeiras de seu contrato com o novo clube. 'Entre o Sport e o Adriano já está tudo fechado', informou o treinador. 'O que falta agora é o Adriano acertar a saída dele do Remo', completou José Carlos. O arqueiro tem contrato com o Remo até o final deste mês e, ontem, ficou de procurar o presidente Raimundo Ribeiro para definir sua ida para o Sport.

Adriano tem cerca de R$ 50 mil para receber do Remo. Os valores são referentes a salários atrasados deste e do ano passado. O arqueiro só pretende deixar o Baenão após definir sua siituação no clube, pelo qual pretende atuar na fase principal do Parazão. Adriano já foi 'namorado' pelo Pinheirense e Castanhal, mas não chegou a um acordo com os clubes. O Japiim pretendia contar com o goleiro para todo o Estadual, o que não concordou, já que tem interesse em continuar vestindo a camisa azulina em 2009.

Além de Adriano, o Sport poderá tirar mais dois jogadores do Baenão: o zagueiro Rodrigo e o volante Diego Maciel. 'O Rodrigo já jogou comigo', contou José Carlos, que tem carta branca da direção do Sport para negociar a contratação de jogadores. Segundo o treinador, está faltando uma conversa com os atletas para que a contratação de ambos seja ratificada. 'De nossa parte existe o interesse em contar com esses atletas, mas precisamos saber a posição deles. Isso eu só vou ficar sabendo numa conversa que pretendo ter com eles', comentou José Carlos.

Aos poucos os atletas remanescentes da desastrosa campanha na Série C do Brasileiro vão deixando o Baenão. Os atacantes Edilson e Marcelo Maciel já treinam no Castanhal, enquanto o zagueiro Charles e o atacante Joãozinho se apresentaram ao Ananindeua, após atuarem pelo Leão na competição nacional. A saída do clube poderá ser adotada por outros jogadores do plantel, que pretende faturar alguma coisa disputando a primeira fase do Parazão.

Plurisports -

Dirigentes da empresa paulista ficaram de chegar a Belém ontem, segundo informações extra-oficiais. Os empresários viriam para apresentar ao presidente Raimundo Ribeiro o plojeto de captação de recursos para o clube. A parceria com a empresa paulista é apontada pelo dirigente remista como a salvação para tirar o Leão das dificuldades financeiras em que o clube se encontra, com atraso de pagamento dos jogadores e funcionários, entre outras dívidas.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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Patrimônio sob ameaça no Leão  (Últimas do Leão) escrito em sexta 07 novembro 2008 12:38

Mais uma vez a diretoria do Remo volta a conviver com o fantasma da perda de um dos patrimônios do clube. Agora é o Carrossel, área anexa ao estádio Baenão, que corre perigo de ser leiloado para pagamento de dívidas trabalhistas com ex-jogadores do clube. O advogado André Meira revelou, ontem, que o imóvel deverá ir a pregão nas próximas quarta e quinta-feiras para pagamento dos atletas Márcio Belém e Jaílson, que reivindicam R$ 300 e R$ 100 mil, respectivamente. Os valores, conforme a ação movida pelos atletas na Justiça do Trabalho, se referem a salários e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) que eles deixaram de receber do clube.

Segundo o advogado azulino, o Carrossel está avaliado em cerca de R$ 2.3 milhões. O imóvel, no entanto, de acordo com André Meira, vale bem mais. 'Essa avaliação é feita em cima de uma área de apenas dois mil metros quadrados, quando na verdade o imóvel tem um espaço superior, algo em torno de quatro mil metros quadrados', observou. O advogado acredita que o imóvel estaria valendo hoje no mercado aproximadamente R$ 4 milhões. 'Não tenho cálculos exatos, mas acho que deve ficar mais ou menos neste valor', comentou.

Realizado o leilão, o Remo, segundo Meira, tem até cinco dias para recorrer. 'Vamos fazer de tudo para evitar que o Remo perca esse patrimônio', prometeu o advogado. A situação é igual a que ocorreu com a sede campestre do clube, em Benfica. O imóvel foi leiloado em julho para pagamento de uma dívida de R$ 900 mil com o atacante Júnior Amorim, que atuou pelo clube em 2004. A sede foi arrematada pela Construtora Leal Júnior mediante o pagamento de R$ 3 milhões.

O departamento jurídico azulino, por intermédio de Meira, entrou com recurso na Justiça do Trabalho, alegando que a documentação do processo não estava completa, faltando registro no cartório de imóvel de Santa Izabel. O recurso remista ainda aguarda pelo julgamento. Recentemente o mesmo Carrossel esteve na mira do leilão para pagamento de dívida com o auxiliar-técnico Mário Henrique, o Mariozinho. Mas o clube acabou entrando em acordo com o seu ex-funcionário, que concordou em retirar a ação que movia na Justiça do Trabalho. Na época, o Remo pagou R$ 15 mil de uma só vez ao reclamante.

Associação de torcedores promete pagar salários de novatos

O presidente da Associação dos Torcedores e Amigos do Remo (Atar), Wilton Moreira, assegurou, ontem pela manhã, no Baenão, que os jogadores Levy, Edinaldo e Jonathan terão seus salários pagos pela entidade. Da mesma maneira que o restante do elenco azulino, os atletas não recebem há quatro meses. A medida, segundo o dirigente, foi tomada para evitar que os jogadores recorram à justiça, como fizeram Cicinho e Da Silva, para se desligar do clube.

A proposta para que a Atar assumisse a dívida com os atletas foi feita pelo diretor juríidico da entidade, Rubens Leão. O pedido foi acatado pelos demais dirigentes da associação, inclusive Wilton Morreira. 'A Atar é uma enntidade aberta, que aceita a opinião de todos os seus dirigentes. Aqui não há este autoritarismo besta de apenas um mandar', comentou Moreira, referindo-se indiretamente ao presidente Raimundo Ribeiro, seu desafeto declarado. A notícia do pagamento deixou os jogadores animados para continuarem treinando no elenco sub-20 do clube.

'Receber essa garantia foi uma coisa bastante positiva', afirmou Levy, que tencionava recorrer à justiça para se desligar do clube. Moreira não fixou uma data certa para o pagamento dos jogadores. Moreira relacionou uma série de jogadores que já deixaram o clube por causa de atraso de pagamento. Entre os atletas estão Andrezinho, Preto Barcarena, Adriano Miranda e Wellington Saci.

Os últimos a deixarem o clube foram o lateral-direito Cicinho, que ainda teve direito a R$ 10 mil, e o zagueiro de área Da Silva, que tem sua audiência na Justiça do Trabalho marcada para a próxima segunda-feira. O jogador está reivindicando algo em torno de R$ 700 mil de salários atrasados, direito de arena e cotas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que, segundo o atleta, não teriam sido depositadas pelo clube. O processo corre na 9º Vara da Justiça do Trabalho.

Mais uma vez, o advogado André Meira representará o Remo. Na última quarta-feira, Meira conseguiu evitar que o Remo tivesse de pagar uma 'bolada' a Cicinho, que reivindicava R$ 300 mil do clube.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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Diego Barros embarcará para São Paulo, mas quer voltar ano que vem  (Últimas do Leão) escrito em quinta 06 novembro 2008 11:57

O zagueiro Diego Barros informou, ontem, no Baenão, que pretende viajar a São Paulo, mas que seu desejo é retornar ao Baenão para a campanha de 2009. 'Vou a São Paulo por esses dias, mas volto para continuar cumprindo com o meu contrato', avisou. Já o atacante Marcelo Maciel, que se transferiu para o Castanhal, anunciou que só pretende assinar a prorrogação de contrato com o Remo caso receba o que o clube lhe deve, isto é, quatro meses de salários atrasados. Sem isso, o atleta garante que não colocará sua assinatura no documento.

A situação financeira continua caótica no Baenão. Mesmo com o elenco de profissionais tendo recebido férias antecipadas, os problemas não param de aparecer. Os profissionais que comando as divisões de base, casos de Carlinhos Dornelles, do auxiliar Tindô e do preparador de goleiros Joaquim Matos, entre outros, seguem trabalhando sem receber.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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