Com o amistoso do próximo domingo, em Breves, contra a seleção local, já confirmado, o Remo tenta acertar mais duas apresentações fora de Belém. Uma delas poderá acontecer em Macapá-AP, diante do Ypiranga, dia 23 de outubro. Os radialistas Barbosa Neto e Tarcísio Franco estiveram no último sábado na sede social do Leão, quando deram início as negociações com o coordenador de futebol azulino, Sérgio Pappelin.
O Leão deverá faturar algo em torno de R$ 15 mil pelo amistoso. Antes, a equipe remista poderá jogar em Tomé-Açu, no dia 19, diante da seleção daquela cidade, por uma cota de R$ 10 mil, segundo informações extra-oficiais.
Da mesma forma que no jogo de Breves, o clube receberá cota limpa, sem gastos com o deslocamento e hospedagem do time. Eliminado da Série C do Brasileiro e agora aspirante a uma das vagas da Série D do Brasileiro, a marcação de amistosos foi a única saída encontrada pelo clube para fazer caixa.
O dinheiro arrecadado com as partidas servirão para amenizar a difícil situação financeira dos jogadores, que há dois meses não recebem salários.
'Acho que essas partidas são boas não apenas para quebrar a rotina de treinamentos, mas, principalmente, para aliviar a crise financeira', comentou o volante Diego Maciel. O meio-campista não participou do treino da manhã de ontem - sentiu uma lesão virilha -, mas assegurou que estará em condições de viajar com o time para Breves. 'Não se trata de algo grave. São apenas pequenas dores que devem desaparecer com o tratamento que estou fazendo', argumentou.
O meia Jóbson, que havia prometido voltar aos treinos ontem, não apareceu no Baenão. O jogador ainda se recupera de uma contusão sofrida no tornozelo direito. O zagueiro Diego Barros também não compareceu no clube. O jogador não esconde o seu descontentamento com o atraso no pagamento dos salários.
(Fonte: Jornal Amazônia-pa)
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