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'Minha posição continua a mesma', disse Rebelo. 'Agora, minha candidatura está complicada. O clube tem que estar unido e, nesta situação, não poderia ter as pessoas aptas a me ajudarem. Como o conselho não foi reduzido, não serei mais candidato.' Mesmo com a derrota de segunda-feira, Rebelo ainda é apoiado pela maioria dos conselheiros como o principal candidato à presidência do Remo. Segundo eles, o empresário é o único que possui poder financeiro para perpetuar a relação existente nos clubes de Belém - ou seja, sem fonte de renda fixa, eles vivem da injeção monetária dos abnegados. No caso do empresário, o financiamento viria 'mascarado' com o patrocínio de três empresas - uma dele, uma de sua família e outra onde é sócio. O próprio Rebelo chegou a revelar que, tão logo assumisse o cargo de presidente, injetaria um patrocínio de R$ 80 mil mensais. Na ausência de Rebelo, um dos nomes mais lembrados pelos conselheiros é o de Raphael Levy. O ex-presidente, campeão à frente do clube na época da conquista da Série C, em 2005, Levy nunca confirmou que poderia sair candidato, mas tampouco negou que pudesse concorrer mais uma vez ao cargo - em tempo, ele foi derrotado na eleição passada por Ribeiro. O ex-presidente não foi encontrado para comentar a situação. Ao afirmar que não mais concorrerá, Rebelo esclareceu que, a priori, não apoiará abertamente nenhum dos atuais quatro candidatos já estabelecidos. No entanto, afirmou que qualquer candidato eleito terá seu apoio. O empresário lembrou que não apoiou Ribeiro e, mesmo assim, ajudou o atual presidente em alguns momentos durante o Campeonato Brasileiro, especialmente nas viagens e hospedagem da delegação. |
(Fonte: Jornal Amazônia-pa)
Após a eleição de dois
beneméritos para as 12 vagas abertas no Conselheiro Deliberativo do
Remo, o empresário Carlos Rebelo, considerado um forte candidato à
presidência azulina, afirmou que não concorrerá mais ao cargo. O
empresário havia condicionado sua participação no pleito à
diminuição dos membros do Condel e à escolha dos 12 nomes indicados
para a benemerência. Nem uma coisa, nem outra
aconteceram.
O que ninguém conseguia
evitar era o mal-estar com a presença do atual presidente, Raimundo
Ribeiro. Apontado pela maioria dos presentes como principal
responsável pela atual crise financeira e administrativa do Remo,
ele estava isolado na mesa do Condel. Foi o primeiro a votar e a
sair.
O Conselho Deliberativo
azulino pode eleger, hoje à noite, 12 novos sócios-beneméritos. O
pleito, no entanto, corre o risco de ser um jogo de cartas
marcadas. E o favorecido seria o pré-candidato à presidência do
Remo, Carlos Rebelo. Dias antes da eleição, o empresário anunciou
que só concorreria à vaga de Raimundo Ribeiro caso os 12 candidatos
indicados por ele fossem eleitos sócio-beneméritos. Rebelo também
prometeu que, se assumisse o clube, injetaria R$ 960 mil para sanar
as necessidades azulinas mais urgentes, como os salários
atrasados.
Diego Barros prometeu
deixar o Remo. De novo. O zagueiro deu ultimato a Raimundo Ribeiro
e à Associação dos Torcedores e Amigos do Clube do Remo (Atar): se
não o pagarem até hoje à noite, vai recorrer à Justiça do Trabalho
e pedir liberação do clube. Diego garante que recebeu proposta do
Barueri/SP, time praticamente classificado para a Série A. Mas
anunciou que, para não mover ação trabalhista contra o Leão, o
defensor teria que receber pelo menos R$ 12 mil.

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