Home Data de criação : 07/05/08 Última atualização : 08/11/20 11:43 / 867 Artigos publicados
 

Torcidas

Alan em dia de glória  (Torcidas) escrito em segunda 22 setembro 2008 13:28

Medalha de prata nas Paraolimpíadas, atleta paraense recebe apoio dos fãs em Ananindeua

Leandro Lage
da Redação

Quando Alan Fonteles recebeu o bastão, a equipe paraolímpica brasileira de revezamento 4x100 estava em quarto lugar na prova. O velocista paraense ultrapassou os competidores, venceu o medo de correr na pista molhada e conquistou a medalha de prata nos Jogos Paraolímpicos de Pequim. Como o próprio nome diz, o revezamento é uma disputa coletiva. Mesmo assim, foram as passadas de Alan que garantiram o primeiro pódio brasileiro nessa categoria do atletismo. Ontem, depois de voltar ao Brasil, o atleta desfilou pelas ruas de Ananindeua e recebeu o apoio de fãs e admiradores.

Os corredores do revezamento 4 x 100 treinaram juntos pela primeira vez na província chinesa de Macau, dias antes das paraolimpíadas. O resultado dos treinos foi tão surpreendente que André Luiz Oliveira, Yohansson Nascimento, Claudemir Santos e Alan Fonteles decidiram participar da prova. A equipe completou o percurso em 45s25, apenas três segundos atrás do time dos Estados Unidos, que bateram o recorde mundial e levaram o ouro. 'Pelo esforço de cada um e pela formação de última hora, foi um grande começo. Ainda mais conhecendo o nível das Paraolimpíadas', comentou Alan.

Diferente de todos os atletas, Alan Fonteles não teve um pré-olímpico. Até junho, Pequim era um sonho para o velocista de 16 anos, que esperava disputar somente os Jogos Paraolímpicos de Londres, em 2012. 'Senti falta desse período. Aconteceu tudo muito rápido. Estava me projetando para Londres, porque as Olimpíadas estavam em cima. Agora, em 2012, tenho certeza que estarei mais preparado', diz. Além de conquistar o ouro no revezamento 4 x 100, Alan espera vencer o ídolo e rival Oscar Pistorius, velocista sul-africano recordista dos 100m e 200m. 'Daqui a quatro anos, não sei quem vai ganhar', desafia.

Para quem estava se adaptando às próteses Cheetah, usadas para substituir as pernas amputadas, Alan Fonteles conseguiu um resultado surpreendente. 'A prótese ainda tem de ser ajustada, mas já me sinto bastante seguro e confiante para disputar as provas', declara o velocista, que entrou para a história como o primeiro atleta paraense a conquistar uma medalha em Jogos Paraolímpicos. 'É muita felicidade sair daqui e ir para o outro lado do mundo representar o Pará', comenta Alan, que, apesar da medalha, terá apenas uma semana de folga. O atleta voltará às pistas de atletismo na próxima semana.

Velocista perdeu medalha, mas bateu recorde brasileiro nos 200 m

Além da medalha no revezamento 4x100, Alan Fonteles teve uma conquista pessoal nos Jogos Paraolímpicos de Pequim: disputou a final e bateu o recorde brasileiro nos 200m rasos, prova vencida por Oscar Pistorius. O velocista não conquistou medalha, mas teve a certeza de que está entre os melhores do mundo na prova. O atleta também é recordista brasileiro nos 100m, mas não participou da disputa em Pequim. 'Nós sabíamos que o Alan tinha grande possibilidade de ir à final. Se tivesse tido a oportunidade de correr os 100m, talves conseguisse uma boa colocação', diz a treinadora Susete Montalvão.

Claúdia Fonteles, a mãe do atleta, acompanhou os resultados do filho pela televisão. Chegou até a duvidar da medalha, quando viu a colocação da equipe no momento em que Alan segurou o bastão e correu em direção à chegada. 'Pensei que ele não fosse conseguir, até porque tinham três na frente dele', desabafa, em tom de choro. Quando questionada sobre a sensação de ter um novo herói dentro de casa, Cláudia não se conteve: 'Ele sempre foi meu herói, não é meu filho?', diz a mãe, chorando e abraçando Alan Fonteles.

No início da carreira esportiva, Alan mal tinha o dinheiro do ônibus para ir até a Escola Superior de Educação Física, onde treinava. Hoje, graças aos resultados na pista de atletismo, o jovem atleta conseguiu apoio para adquirir as próteses de carbono e já tem condições de aumentar o ritmo de treinamentos. Agora, Alan Fonteles planeja as próximas competições, fora do Estado e do País. 'Para o mês, vou disputar um campeonato em Fortaleza. Ano que vem, haverá três mundiais no exterior. Meus patrocinadores estão dando uma força enorme', comenta.

Apesar da folga dada pela treinadora, Alan não vê a hora de retormar os treinamentos e conseguir tempos melhores em outras competições. E, depois da medalha, o revezamento 4x100 entrou na agenda do velocista. 'Nosso revezamento foi aberto nas olimpíadas. Agora, vamos participar de outros mundiais para conseguir outro pódio', promete. Para Susete Montalvão, embora sejam inesquecíveis, os resultados da primeira olimpíada de Alan precisam ser superados. 'Assistindo a prova, me vieram novos sonhos, novas conquistas. Agora é trabalhar e trabalhar para conseguir', diz a treinadora.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

Amigos Azulinos: Parabens Alan, são de exemplos como o seu que o brasileiro precisa para superar desafios.

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É HORA DE MOSTRAR DEDICAÇÃO,FIDELIDADE E AMOR AO LEÃO  (Torcidas) escrito em quinta 26 junho 2008 14:50

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Remo Águia
     
26/06/2008 20:30h
Mangueirão - Belém-PA

RUMO AO BI

 

AMIGOS SEMPRE

 

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RUMO AO BI  (Torcidas) escrito em sexta 20 junho 2008 14:43

Conclamamos toda Nação Azulina em especial os Amigos Azulinos para que se façam presente neste domingo, devidamente uniformizados e com espirito de torcedor para empurrar mais uma vez o Mais Querido do Norte em busca da vitória contra nosso maior rival.

Concentração apartir de 12:30 no estacionamento A2 do Mangueirão.

 

Amigos Sempre.

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Faca no bolso da galera (e que facada hein!)  (Torcidas) escrito em terça 17 junho 2008 13:45

 

Remo e Paysandu têm, no próximo domingo, a chance de fazer o sonhado 'Re x Pa do Milhão'. Só a renda do clássico seria capaz de tirar as duas equipes da penúria antes da Série C. Os valores dos ingressos foram definidos ontem pelos dirigentes de Leão e Papão. A entrada para as arquibancadas será vendida a R$ 30, a meia-entrada a R$ 15 e os bilhetes para as cadeiras cativas a R$ 50. Os torcedores poderão comprar os ingressos nas sedes dos clubes e na Federação Paraense de Futebol a partir de amanhã.

Se todos os 40 mil ingressos forem vendidos, o clássico Rei da Amazônia pode render até R$ 1.240.000 milhão. Mas ao final do jogo, a Justiça do Trabalho ficará com 20% da renda total, equivalente a R$ 248 mil. O que sobrar será dividido meio a meio entre os times rivais. Apesar dos descontos, para Raimundo Ribeiro, presidente azulino, a única partida realmente lucrativa para os dois times é o Re x Pa.

'Do Campeonato Paraense inteiro, esse é o único jogo em que entra dinheiro para Remo e Paysandu', diz.

O preço é amargo para o bolso do torcedor, que nunca pagou tanto para ver o duelo de 'gigantes'. 'Não é que não seja caro, mas essa é a necessidade dos clubes. É a hora de os torcedores ajudarem, pois o Re x Pa alivia muito a situação dos dois times', comenta Ribeiro. No Paysandu, a necessidade é a mesma, ainda mais após a classificação para o Brasileiro. 'O Paysandu, para disputar a Série C, precisa se reestruturar', declara Luiz Omar Pinheiro, dirigente bicolor.

Assim que entrar nos cofres e Leão e Papão, o dinheiro arrecadado no jogo deve seguir direto para jogadores e funcionários com salários atrasados. No Paysandu, o plantel não recebe há um mês e meio. E, no Remo, há jogadores que amargam até três meses de vencimentos atrasados.

'Os abnegados estão no limite de dar dinheiro aos clubes. Temos que contar com esse dinheiro', justifica Raimundo Ribeiro. 'Vamos quitar tudo para começar a Série C sem dívidas', prometeu Antônio Louro, diretor de futebol do Paysandu.

Clubes querem Ana Paula Oliveira

Dirigentes de Remo e Paysandu, entre eles os presidentes Raimundo Ribeiro e Luiz Omar Pinheiro, respectivamente, estiveram ontem à tarde na sede da FPF. O principal assunto debatido foi a arbitragem. Os dois cartolas chegaram a levantar a hipótese de se trazer um apitador de fora do Brasil.

Os nomes cogitados foram os do paraguaio Carlos Amarilla e do colombiano Oscar Ruiz. Mas, a ficha caiu e os dois lados se entenderam quanto ao valor proibitivo de trazer um árbitro internacional. O que ficou acertado é que o trio será de fora, com preferência da federação São Paulo. Os dirigentes tentarão trazer de volta a Belém as assistentes Maria Eliza Barbosa e Ana Paula Oliveira para o Rexpa, ou pelo menos uma delas para que sirvam como atrativo a mais.

INGRESSOS

Valores

Arquibancada: R$ 30

Meia-entrada: R$ 15

Cadeiras cativas: R$ 50

Locais:

Curuzu

Baenão

Sede social do Paysandu

Sede social do Remo

Federação Paraense de Futebol

Datas:

Quarta ou quinta-feira

(Fonte:Jornal Amazônia-pa)

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A NAÇÃO AZULINA PEDE DE NOVO.  (Torcidas) escrito em quinta 13 março 2008 11:53

RAIMUNDÃO PELO O AMOR DE DEUS, PEÇA DESCULPAS POR NÃO TER TIDO ÊXITO EM SUAS PROMESSAS DE CAMPANHA E DEIXE O CARGO DE FORMA HONROSA.

 

 

AZULINOS DE FÉ.

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