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Eventos

Paraense vence no Ciclismo  (Eventos) escrito em segunda 04 janeiro 2010 12:11

O ciclista castanhalense Geraldo Souza, de 29 anos, da equipe de Americana, SP, venceu a X Copa América de Ciclismo, realizada ontem, no autódromo de Interlagos, em São Paulo. Geraldo fez uma arrancada sensacional nos metros finais da disputa, deixando pra trás o argentino Edgardo Simon, favorito, que ficou em segundo, e Raphael Serpa, em terceiro lugar.

O Autódromo de Interlagos já recebeu alguns dos veículos mais velozes do mundo, mas no primeiro domingo de 2010 foram as bicicletas que correram no asfalto paulistano.

Geraldo de Souza, da equipe de Americana, superou 124 atletas e 80 quilômetros de pista para vencer, de forma brilhante, a tradicional Copa América de Ciclismo, que neste ano chegou à décima edição. Edgardo Simon, da Argentina, e o brasileiro Raphael Serpa completaram o pódio. Em 2009, por problemas musculares, Geraldo não correu. Mas no ano anterior terminou a prova no 17º lugar.

No feminino, Luciene Ferreira superou a campeã de 2009, Janilde Fernandes, e foi a mais rápida na primeira prova internacional do ano. A gaúcha Debora Cristina Gerhard terminou na terceira colocação. Nesta categoria, o Pará teve duas representantes, Michele Costa e Tácia Ribeiro

Reação - Os ciclistas impuseram um ritmo forte desde a largada, chegando a superar em mais de um segundo a expectativa de tempo durante as primeiras voltas. Repetindo o script da edição de 2009, José Rodrigues liderou boa parte da primeira metade da prova. Mas nas últimas voltas, Roberto Pinheiro e Pedro Nicácio, da equipe de Pindamonhangaba, destacaram-se do pelotão de trás e junto com o argentino Francisco Chamorro travaram uma bela disputa. Sabendo da eficácia do hermano em chegadas, Pedro Nicácio ficou na frente dos três, para preservar o companheiro de equipe da resistência do vento e impedir uma possível arrancada do adversário. Só que na volta final os líderes diminuíram a intensidade das pedaladas e o segundo pelotão conseguiu os alcançar.

Foi então que a estrela de Geraldo Souza brilhou. Faltando menos de 600 metros para a chegada, o paraense da equipe de Americana, que até aquele momento não ameaçava os líderes, disparou pela esquerda na Subida do Café, e surpreendeu com uma vitória impressionante.

Festa na família, que espera o novo campeão em julho

Geraldo Souza já tem seu nome gravado na grande galeria dos campeões da Copa América. Aliás, em dez edições da Copa América de Ciclismo, sete foram vencidas por brasileiros. 'Para ser sincero, não esperava que conseguisse este resultado', explicou Geraldo. 'Mas o pelotão conseguiu encostar nos três primeiros e fui para cima. Como as atenções estavam em cima do Chamorro e do Nilceu, acabei surpreendendo', completou o atleta, que não esqueceu da equipe. 'Eles foram muito bem, deixando-me na cara do gol para tentar esta vitória. Este prêmio é do grupo, que mostrou por que terminou o ano entre os melhores do País. Agora é pensar nas demais provas de temporada', disse.

Quarto colocado no ranking brasileiro de estrada de 2009, Geraldo surpreendeu os favoritos ao título nos 600 metros finais, quando ultrapassou o então líder pela direita, subindo na zebra, na entrada da reta dos boxes, em um momento no qual não havia mais tempo para os rivais se recuperaram.

O vencedor realizava corrida relativamente discreta. Durante as últimas quatro das 20 voltas no autódromo, o triunfo parecia certo para o trio formado pelo argentino Francisco Chamorro, campeão do ano passado, e pelos brasileiros Pedro Nicácio e Roberto Pinheiro.

Festa - Na residência da família de Geraldo Souza, em Castanhal, a conquista foi muito festejada. O irmão Gilson Souza, 30, contou que Geraldo mora há três anos em São Paulo, fazendo parte da equipe de Americana. 'Ele está em São Paulo com sua esposa, Amanda, e a filhinha, Samantha, de 1 ano e 3 meses. Vive exclusivamente para o ciclismo e agora, com esta conquista, acredito que terá bom reajuste salarial’’, conta. Geraldo Souza esteve em julho do ano passado em Macapá, onde foi campeão da prova Macapá/Verão. E, segundo Gilson, o irmão está com viagem marcada para julho deste ano para rever família e disputar o bicampeonato da Macapá/Verão.(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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Secretário faz parceria em prol do esporte no Pará  (Eventos) escrito em quinta 05 novembro 2009 12:48

Foto: Cláudio Santos/Agência Pará 


BAGAGEM Orlando Silva e Jorge Panzera: parceria

Na presença mais destacada do ministro dos Esportes, Orlando Silva Júnior, um declarado amigo particular, e da governadora do Estado Ana Júlia Carepa, o novo secretário de Esporte e Lazer do Pará, Jorge Panzera, foi empossado na manhã de ontem no cargo em solenidade no teatro Margarida Schivasappa, do Centur, em Belém. A cerimônia foi prestigiada por um público diverso, composto por autoridades, políticos e desportistas, além de atletas e presidentes de federações. 

Na coletiva de Imprensa no Centur, o ministro dos Esportes Orlando Silva Júnior disse que a parceria com a atual administração estadual será intensificada com a efetivação dos programas ofertados pelo governo federal. Ele afirmou que haverá foco nas modalidades de alto rendimento, de inserção social e de descobrimento de potenciais atletas locais para possível aproveitamento na Olimpíada de 2016. 

Para isso, Orlando Silva Júnior firmou o que chamou de “compromisso público” para a construção de um centro de excelência esportiva no Mangueirão com o objetivo de trabalhar os atletas, inclusive com acompanhamento de profissionais qualificados. 

O secretário Jorge Panzera disse ao Bola que os programas a serem absorvidos ampliarão as condições para a inserção social, base de sua proposta de gestão. 

Ele também quer que empresas locais invistam no esporte. “Há uma janela de oportunidades a ser aproveitada”, prevê ele, bastante otimista. 

A governadora Ana Júlia Carepa voltou a lembrar a perda da vaga na região Norte para Manaus no Mundial de 2014, e classificou-a de “grande injustiça”. Ela pediu a realização da Copa das Confederações em Belém “como uma forma de compensar a falta da Fifa conosco”.  (Diário do Pará)

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Lyoto: cinturão à prova  (Eventos) escrito em sexta 23 outubro 2009 12:45


O baiano radicado no Pará Lyoto Machida, campeão mundial de Mixed Martial Arts (MMA), pelo Ultimate Fighting Championship (UFC), o maior torneio da modalidade, viajou no sábado, 17, para Los Angeles, na Califórnia, onde defenderá amanhã pela primeira vez o cinturão da categoria meio-pesado. A luta será no ginásio Staples Center e faz parte da edição 104 do UFC. O escolhido pela produção do torneio para tentar desbancar o agressivo lutador paraense é o também brasileiro Maurício 'Shogun' Rua, de Curitiba. A transmissão do UFC 104 será feita pelo canal Premiere Combate, disponível na ORM Cabo para assinantes.

Desde que venceu o norte-americano Rashad 'Sugar' Evans, em maio deste ano, e conquistou o cinturão dos meio-pesados do MMA, Lyoto teve apenas uma semana de descanso antes de voltar aos treinamentos. 'Quero me estabilizar como campeão', disse ele à época. Mas, para encarar Maurício 'Shogun' Rua, outro brasileiro que carrega multidões de fãs por causa de seu estilo em cima dos ringues, Lyoto começou um novo programa de treinamentos, específico, no final de agosto.

Nascido no 'berço de ouro' do caratê paraense, e filho de Yoshizo Machida, um expoente mundial da arte marcial, 'the Dragon', como é chamado nos Estados Unidos, adaptou sua arte marcial de origem para os competitivos combates do MMA. E a técnica vem dando certo. Ele é tratado pela produção do torneio como um lutador 'não-ortodoxo', justamente pelo estilo único que utiliza. Depois de bater Rashad Evans, e conquistar sua 15ª vitória em 15 lutas no UFC, o dono do torneio, Dana White, previu que ali começara uma nova era, a 'era Lyoto Machida'.

O que faz Lyoto se distinguir dos demais atletas, além do estilo 'incógnito' que adota em cima do octógono, é também a conduta do lutador fora dos holofotes. Em uma entrevista concedida logo após a conquista do cinturão, Lyoto revelou que se priva de diversão quando o período de combates se aproxima. 'Outro dia um amigo me chamou para andar de kart e eu recusei', disse. Sua preparação é feita sempre com o auxílio da família e dos amigos próximos. O treinamento técnico fica a critério do irmão Chinzô Machida e do preparador físico Eduardo Lisboa, também carateca. O sparring é Laurel Filho, amigo de longa data que treina na APAM. E a carreira é gerida pela esposa, Fabyola Machida, mãe de Taiyô, primeiro filho do casal, de um ano e três meses.

'Ele sempre fala da importância de estar cercado de pessoas próximas, da confiança que isso passa para ele', revelou Fabyola, que nunca praticou artes marciais. 'Os hematomas são exclusividade de

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

 

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Nado sincronizado terá torneio Norte-Nordeste  (Eventos) escrito em quarta 18 junho 2008 14:13

As gêmeas Nathalia e Natasha Pereira, do Remo, são destaques do clube paraense no torneio Norte-Nordeste de Nado Sincronizado que começa amanhã no parque aquático do Leão Azul. A dupla busca o tricampeonato da categoria junior. O torneio se estende até sábado, 21, e tem participação dos clubes do Pará (Remo e Adesef/Basa), do Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte.

O congresso técnico será realizado amanhã, às 9 horas. Às 15h30 o torneio será aberto com prova de ‘’figura’’ para categoria Infantil, Juvenil nível A e B e Iniciante. No período da tarde, aquecimento das 14 às 15h. Competição para infantil B, Júnior nível A e B e Iniciante, a partir das 15h.

Na sexta-feira, 20, às 8h começa o aquecimento com música. Às 9 horas será a vez da disputa do ‘’solo’’ para infantil A, juvenil, Infantil B, Junior nivel A e B e Iniciante. E, a partir das 10h30 a competição será de ‘’duetos’’ para Infantil A, Juvenil, Infantil B, Junior nivel A e B e Iniciante.

As provas por ‘’equipes’’ para Infantil A, Juvenil, Infantil B, Junior nível A e B e Iniciante, será à tarde, com início às 15h. Às 18h ocorre a premiação.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)
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Estrelas são ofuscadas no GP  (Eventos) escrito em segunda 26 maio 2008 16:32

 

Jadel Gregório e Fabiana Murer não foram ao pódio ontem, no GP Brasil, em Belém, maior evento internacional do atletismo no país.

Jadel, como já ocorrera no GP Sul-Americano de São Paulo, na quinta-feira, ficou em quarto lugar. Vice-campeão mundial de salto triplo, ele teve como melhor marca 16,82 m, sendo superado por Randy Lewis (Granada), Leevan Sands (Bahamas) e Aarik Wilson (EUA).

Já Fabiana Murer, bronze no salto com vara no Mundial indoor de Valência, em março, foi eliminada de sua prova. Ela alegou indisposição estomacal e não superou o sarrafo a 4,35 m. April Steiner (EUA) venceu, com 4,45 m. Joana Costa levou a medalha de prata, com o salto de 4,35 metros. A única a não decepcionar no estádio Mangueirão foi Maurren Maggi, que sobrou no salto em distância. Sua melhor marca foi 6,83 m, ficando à frente das jamaicanas Jovanee Jarrett (6,54 m) e Nolle Graham (6,37 m).

O principal nome estrangeiro do evento, a cubana Yumileidi Cumbá, campeã olímpica de arremesso de peso, ficou em quarto na prova.

Foi um dia em que o Brasil ficou apenas com uma medalha de ouro (Maurren Maggi) e no qual brilharam jamaicanos e quenianos. Os primeiros ficaram com quase todas as provas de velocidade, ao passo que os africanos brilharam nas de fundo. Nem o sol inclemente da manhã de Belém conseguiu segurá-los. Todos, sem distinção, contaram com o apoio da torcida que quase lotou a arquibancada do Mangueirão.

Para todos eles ficou a certeza de que podem melhorar bastante até a Olimpíada de Pequim, China, em agosto. 'Foi uma boa prova. Não estava tão preocupado com o resultado ou com o tempo, mas esperava chegar pelo menos a 10 segundos', comentou o jamaicano Nesta Carter, vencedor geral dos 100 metros rasos.

Ele reconheceu que foi uma das temperaturas mais elevadas na qual competiu, mas que isso em nada o atrapalhou. 'Estava bem tranqüilo. Realmente estava bem quente, mas é igual a Jamaica'. O brasileiro Vicente Lenílson, 12º no geral, garantiu que o tempo alto não o preocupa e que até o segundo semestre já estará no melhor de sua fase. 'É começo de temporada e já estou classificado para a Olimpíada. O ideal seria eu nem ter participado dos GPs, mas valeu como treinamento', disse.

Jamaicanos decidem prova no photosharp

Nos 400 metros com barreiras aconteceu um fato curioso e inédito em Belém. Os jamaicanos Adrian Findlay e Markino Buckley terminaram a prova com o mesmo tempo. Mas, foi Findlay quem ficou com o ouro devido o desempate no photosharp, o sistema de foto que registra a chegada dos atletas. 'Foi a primeira vez que isso aconteceu em minha carreira, de terminar a prova com o mesmo tempo de um competidor. Mas, se não me engano, no photosharp eu estou um pouco à frente', disse Findlay.

Para ele a prova foi uma amostra do que será a dificuldade da seletiva jamaicana marcada para daqui a dois meses. 'Foi muito interessante porque quatro dos melhores atletas da Jamaica estavam aqui e foi como uma prévia do que será a seletiva em meu país. Ainda tenho alguns meetings por competir antes da Olimpíada e preciso me preparar um pouco melhor'.

Melanie Walker levou a melhor nos 400 metros com barreiras

Melaine Walker, a jamaicana vencedora dos 400 metros com barreiras, surpreendeu-se com a participação popular em Belém. Ela, que dias antes, ainda quanto treinava na capital paraense, comentava que só havia sentido o apoio dos torcedores em seus país natal, ontem deu o braço a torcer. 'Não sabia que no público seria assim, tão intenso. Foi uma surpresa muito agradável'.

Assim como os demais ela não fez o tempo que podia, mas garantiu que foi tudo dentro do que esperava devido ao período de treinamentos. 'Foi tudo dentro do esperado. Foi um tempo interessante, mas posso correr mais rápido. Sei que posso abaixar esse tempo, mas estou satisfeita', disse. 'Esses GPs foram grandes testes para a Olimpíada. Mas, estamos todos em começo de temporada e a tendência é esses tempos baixarem', completou Melaine.

O norte-americano Joel Brown, o 'intruso' da festa caribenha ao abocanhar a medalha de ouro nos 110 metros com barreiras, foi um dos poucos a reconhecer que não correu bem e que poderia ter feito muito mais, mesmo num começo de temporada. 'Não fiquei contente com meu tempo. Confesso que a temperatura até me ajudou, mas não fiz o tempo que queria', disse. Ainda sem o índice para Pequim, ele tentará a vaga na seletiva dos Estados Unidos.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)



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