Home Data de criação : 07/05/08 Última atualização : 08/11/19 11:42 / 866 Artigos publicados
 

Futebol

Clubes discutem nova parceria  (Futebol) escrito em sexta 03 outubro 2008 12:31

Representantes da Plurisports S. A., empresa especilizada na capitação de recursos e gestão empresarial, estiveram reunidos ontem pela manhã, na Federação Paraense de Futebol (FPF), com dirigentes de Remo, Paysandu, Tuna, Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) e FPF. Na oportunidade, foram iniciadas as discussões em torno do projeto de investimento que a empresa poderá firmar com os clubes. A parceria, caso venha a ser fechada, poderá representar, segundo o representante do Leão no encontro, presidente Raimundo Ribeiro, a salvação financeira para as agremiações, que estão de 'pires nas mãos'. Após o encontro da manhã, os investidores seguiram em visita aos estádios dos três 'grandes' da capital, que poderão ser transformados em arenas multiuso.

De acordo com o representante da Seel, secretário Alberto Leão, o encontro de ontem serviu apenas para uma exposição inicial da forma de atuação da empresa, que, por meio da incorporadora WTorre, fez parceria com o Palmeiras para a construção de uma arena no Palestra Itália. 'Ainda não existe nada fechado no sentido da parceria', explicou Leão. 'Neste primeiro momento, acontece apenas a troca de informações', completou. Além do secretário, participaram da reunião os presidentes Raimundo Ribeiro (Remo), Luiz Omar Pinheiro (Paysandu), Marcos Moraes (Tuna) e Antônio Carlos Nunes (FPF).

Pela Plurisports, esteve presente o presidente da empresa, Vladimir Antônio Rioli, acompanhado por dois assessores. O encontro foi viabilizado por Alberto Leão, que disse apostar no potencial de público do futebol do Pará para ajudar no fechamento do acordo entre a Plurisports e os clubes.

De acordo com o secretário, a vinda dos empresários representou um grande passo para o bom encaminhamento das negociações. Rioli, no entanto, tem passado marcado por ter sido personagem de capa da revista IstoÉ, em 2002 e outras publicações de prestígio.

O empresário é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de indícios de favorecimento político quando esteve na vice-presidência do Banespa. De acordo com reportagem da revista Consultor Jurídico, de 20 de setembro de 2002, 'o Ministério Públicio Federal fez ajuizamento de ação cautelar diante de indícios de favorecimento político, devido às relações existentes entre Gregório Marin Preciado , Ricardo Sérgio de Oliveira, José Serra, Vladimir Antônio Rioli e Ronaldo de Souza (...) Vladimir Antônio Rioli também beneficiou a firma do Sr. Gregório Marin Preciado (...) o Sr. Rioli foi Vice-presidente do Banespa e concedeu à firma Gremafer empréstimos em valores superiores a R$ 20 milhões.'

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)

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Presidente da FBA apóia virada de mesa  (Futebol) escrito em terça 16 setembro 2008 12:53

CAMPINAS (SP) - O presidente da Futebol Brasil Associados (FBA), entidade gestora do Campeonato Brasileiro da Série B, José Neves, se mostrou favorável ao Santa Cruz e ao Remo, que pretendem acionar o Superior Tribunal de Justiça Desportiva, para não haver a criação da Série D.

Neves afirmou que a FBA estará do lado dos times filiados, Santa Cruz e Remo, "onde eles estiverem" e se for para entrar na Justiça, ele garantiu que "a entidade estará com eles".

Questionado se o coração de torcedor (torce pelo Santa Cruz e já foi até presidente do clube) não estava falando mais alto, Neves afirmou que está falando como torcedor, pessoa física e vai defender os clubes filiados até o fim. (Agência Futebol Interior)

(Fonte: O Diário do Pará)

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Quem sobrevive assim?  (Futebol) escrito em quinta 15 maio 2008 13:01

Dívidas e cotas a serem pagas fazem com que Remo e Paysandu fiquem com menos de 20% do que arrecadam

No quadro em que se encontra o futebol paraense atualmente, motivos para sorrir estão escassos para onde quer que se olhe. Resultados negativos vindos de administrações mal sucedidas, atraso no pagamento de jogadores que culminaram com o pagamento de multas ou ações judiciais, que por fim resultaram na retenção de 50% da receita acumulada pelas agremiações são apontados pelos dirigentes como os grandes empecilhos para uma boa gestão. Os clubes tentam agora negociar com a Justiça para reduzir a porcentagem de desconto e assim buscar o caminho de subsistência enquanto tentam se livrar dos prejuízos, e esta redução pode ser providencial.

O Clube do Remo divulgou ontem um demonstrativo financeiro da renda acumulada desde o começo do Campeonato Paraense de 2008. Na tabela detalhada, consta a renda bruta de cada partida disputada no primeiro e segundo turnos, seguida dos custos que o clube tem que arcar, como: aluguel de campo, remuneração do quadro da federação, remuneração da arbitragem e auxiliares, despesas com o INSS, entre outros. O valor bruto acumulado pelo Leão foi de R$ 1.719.915. No entanto, o que efetivamente chegou aos cofres azulinos foi R$ 243.951,67, algo em torno de 14% do valor bruto que seria o suficiente para quitar os custos salariais e de manutenção do Remo por todo o primeiro semestre. O presidente do Remo, Raimundo Ribeiro, mostrou-se descontente diante de todas as taxas cobradas. 'Esse excesso de taxas tem tornado o futebol inviável aqui no Pará. Os clubes ficam amarrados, sem ter para onde correr. O que resta para nós de receita não paga nem as despesas mensais do Clube do Remo', disse.

No Paysandu, a situação é praticamente a mesma. De acordo com Isaías Burlamaqui, diretor administrativo e financeiro do clube, a receita do Paysandu gira em torno dos mesmo valores azulinos e o montante que chega aos cofres do clube alcança uma porcentagem pouco maior que a acumulada pelo Remo. 'A nossa arrecadação é pouco maior que a do Remo, mas este é um problema que atinge a todos nós', disse. No entanto, como houve uma reunião na diretoria do clube entre o alto escalão madatário do Papão, os valores precisos não puderam ser divulgados.

Federação abocanha uma boa fatia

Nos 14 jogos que disputou até agora nos dois turno do Campeonato Paraense o Clube do Remo teve uma renda bruta de R$ 1.718915,00, o que dá uma média de R$ 122.779,65 - média ilusória, já que aí estão somadas as cotas dos dois RexPa (R$ 264.130,90 e R$ 195.502,35). Mas esse números não remetem à realidade azulina. Dados todos os descontos e despesas que o clubes têm nos jogos, o Leão Azul saiu com incríveis, e tristes, R$ 243.951,67. Ou seja, apenas com 14,19%. Isso mesmo, com menos de um quinto de toda a renda que gerou até aqui.

Mesmo que nada fosse descontado a média citada acima seria insuficiente para bancar a despesa mensal com o futebol profissional, que chega a R$ 300 mil com os salários do elenco, da comissão técnica, funcionários e demais despesas. Isso lembrando que somente a partir do próximo mês o clube deve voltar a receber dividendos advindos de patrocinadores. Até maio nada vindo de fora das arrecadações ficou nos cofres azulinos. Toda essa verba estava embargada para o pagamento de dívidas judiciais e com demais credores.

No demonstrativo apresentado ontem pelos azulinos salta à vista quem é a maior responsável pelos descontos do Remo nas partidas. Engana-se quem pensa que seja a Justiça do Trabalho - embora ela fique com o maio quinhão devido aos bloqueios do dinheiro dos patrocinadores. Na verdade trata-se da Federação Paraense de Futebol. Com exatos 10% sobre a renda bruta de todas as partidas a FPF abocanhou exatos R$ R$ 171.891,50. É mais do que seria a média remista.

Segundo o presidnete Raimundo Ribeiro uma das saídas é rever algumas dessas despesas, sendo que parte delas é engessada - como a da própria federação, percentual nacional.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)
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Estádios: terça é o fim do prazo para laudos  (Futebol) escrito em sexta 25 janeiro 2008 11:35

A Diretoria de Competições da CBF prorrogou para a próxima terça-feira, dia 29, o prazo para a entrega dos laudos técnicos dos estádios que serão usados na Copa do Brasil, que começará a ser disputada no dia 13 de fevereiro. Os estádios que não estiverem com a situação regularizada até terça não poderão ser usados na competição, sendo substituídos por outro estádio do mesmo ou de outro estado.

O Maracanã, que além da Copa do Brasil e do Campeonato Carioca será usado também por Flamengo e Fluminense em jogos da Taça Libertadores, está entre os estádios que ainda não estão com sua fiscalização completa. Em entrevista ao jornal 'O Globo', o presidente da Suderj (Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro), Eduardo Paes, informou que o Corpo de Bombeiros concedeu uma liberação provisória e que, embora haja pendências o estádio está liberado. Paes garante que até terça todos os documentos exigidos serão entregues à CBF.

Os laudos técnicos do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e da Vigilância Sanitária são a garantia para a segurança do público nos estádios e atender o artigo 23 do Estatuto do Torcedor, que exige os laudos para que os estádios sejam liberados para as competições.

A CBF informa em seu site que encaminhou no dia 10 de dezembro a todas as Federações que o prazo seria até 14 de janeiro. O número de respostas ao ofício anterior foi tão pequeno que obrigou a CBF a dar um ultimato e novo ofício foi encaminhado para as federações com nova data marcada para esta quinta-feira, dia 24. Nem todos os laudos foram encaminhados e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira estendeu mais uma vez o prazo, desta vez para terça.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)
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Enfim, dinheiro no caixa  (Futebol) escrito em quinta 24 janeiro 2008 11:35

Remo e Paysandu, enfim, poderão receber o apoio da torcida por meio do projeto 'Seu time é a sua energia', promovido em parceria com a Celpa, concessionária de energia elétrica. Os organizadores do projeto divulgaram ontem o balanço de 2007. Como estimavam os dirigentes, o valor arrecadado foi suficiente para sanar as despesas de implementação, sobretudo a aquisição do sistema de registro de contribuintes e emissão de boletos anexos às contas de energia elétrica. O valor era de R$ 150 mil para cada agremiação. A partir deste mês, todo o dinheiro doado pelos torcedores - exceto a parte destinada à Fundação Aquarela e Projeto Riacho Doce - cairá nos cofres remistas e bicolores. Os diretores dos departamentos jurídicos de Leão e Papão, no entanto, devem formalizar na próxima semana a proposta ao TRT, para que o dinheiro arrecadado no projeto seja destinado ao pagamento do passivo trabalhista. Em contrapartida, a Justiça teria que diminiur a porcentagem da retenção de renda oriunda de jogos e patrocínios.

Já o caso do possível contrato de patrocínio do Banpará com Paysandu e Remo ainda está na esfera da especulação. Os dirigentes dos clubes não comentam sobre o assunto - pelo menos não abertamente - e o presidente do banco, Edilson Sousa, não encontra-se em Belém, nenhuma posição oficial é dada.

(Fonte: Jornal Amazônia-pa)
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