Home Data de criação : 07/05/08 Última atualização : 08/11/19 11:42 / 866 Artigos publicados
 

Eliminatórias da Copa

Show do reencontro  (Eliminatórias da Copa) escrito em quinta 18 outubro 2007 12:43

QUE RECONCILIAÇÃO... Brasil aplica 5 a 0 no Equador e faz a festa no Maracanã

Não poderia ter sido um reencontro mais alegre. Após sete anos de distância, a seleção brasileira e o torcedor carioca celebraram novamente um antigo caso de amor ontem à noite. O Brasil goleou o Equador por 5 a 0 pelas eliminatórias da Copa de 2010, assumindo a vice-liderança da competição atrás da Argentina. O próximo compromisso da equipe de Dunga será no dia 18 de novembro, contra o Peru, fora de casa.
Curiosamente, o placar foi o mesmo do último jogo da seleção no estádio, em 3 de setembro de 2000, com a vitória por 3 a 0 sobre a Bolívia, nas eliminatórias da Copa de 2002. Na bela festa de ontem, os gols foram marcados por Kaká (dois), Vágner Love, Ronaldinho Gaúcho e Elano.
Assim que a bola rolou, o Equador fixou-se na defesa, à espera de erros do Brasil para contra-atacar. E a seleção brasileira tinha dificuldades para encontrar espaços e acertar os passes no campo de ataque. A primeira chance veio apenas aos 15 minutos, a defesa equatoriana fez lambança e Vágner Love perder um gol feito. Juan lançou do campo brasileiro, Hurtado se enrolou com a bola, que sobrou limpa para o camisa 9 acertar a trave.
A apatia da seleção deu início às vaias, logo aos 16 minutos. Mas a impaciência durou pouco. Dois minutos depois, Robinho lançou Maicon pela direita. Ele passou por Espinoza na força e cruzou rasteiro para Vágner Love fazer 1 a 0.
O gol trouxe a torcida novamente para o lado da seleção e fez o time crescer no jogo. Mas a alegria de Vágner Love deu lugar à apreensão, quando ele pôs a mão na coxa direita. Afonso foi para o aquecimento. O titular, no entanto, continuou em campo e teve outra boa chance aos 35, após cruzamento de Kaká. Mas não conseguiu cabecear.

PORTEIRA ABERTA - O Equador voltou para o segundo tempo com uma mudança. O atacante Tenório entrou no lugar do volante Quiroz. A ousadia de Luis Suarez abriu mais espaços para o Brasil atacar. Logo aos dois, Kaká deu bom chute de longe e a bola explodiu no peito de Viteri. Pouco depois foi a vez de Ronaldinho Gaúcho, em cobrança de falta, assustar o goleiro equatoriano.
Jogando com mais desenvoltura e empolgando a torcida, o Brasil dominava a partida, mas não conseguia chegar à área, limitando-se a tentar de longe. O Equador, por sua vez, também se soltava mais, em busca do gol de empate. E o jogo ficou veloz, com as duas equipes atuando ofensivamente. O Equador levou perigo numa cobrança de falta de Castillo, aos 11. A resposta veio com Vágner Love, dando um bom chute, um minuto depois. Em seguida, Benitez apareceu na frente de Júlio César, que fez boa defesa.
Os bons lances se alternavam com momentos de insegurança na defesa e a impaciência da torcida voltou a aflorar no Maracanã. E, novamente, as vaias abriram caminho para mais um gol, aos 26. Kaká chutou de longe, Ronaldinho Gaúcho desviou na entrada da área e a bola enganou Viteri: 2 a 0.

KAKÁ CHEGOU -
Aos 30, Dunga tirou Vágner Love e pôs Elano. Um minuto depois, Kaká enfim mostrou toda sua categoria. Num rebote da zaga, ele ajeitou na entrada da área e mandou no ângulo, fazendo o terceiro. “Ah, melhor do mundo!”, vibrou o público, em êxtase.
Os gritos de “olé” tomaram conta do Maracanã e o show continuou, à espera da obra-prima. Ela veio aos 37, Robinho deu pelo menos três dribles humilhantes em De la Cruz, um deles de letra, à esquerda da área e cruzou para Elano emendar.
O último ato da festa verde-amarela no Maracanã veio numa falha gritante de Viteri, aos 40. O reencontro inesquecível entre seleção e Maracanã estava completo. (RIO/AG)

(Fonte: O Diário do Pará)
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Para Dunga, Love é o Cara  (Eliminatórias da Copa) escrito em quarta 17 outubro 2007 12:56

PADRINHO FORTE Treinador defende atacante que não marca gol há seis jogos

Apesar do longo tempo sem marcar gols pela seleção brasileira, o atacante Vagner Love deve ser mantido no time e foi defendido pelo técnico Dunga, que espera que o jogador seja mais acionado e tenha mais oportunidades. O último gol de do atacante do CSKA, da Rússia, aconteceu na goleada por 6 a 1 sobre o Chile, no dia 7 de julho, na Copa América. Depois disso, o atacante jogou seis partidas pela equipe e não balançou as redes.
“Me preocuparia se ele tivesse perdido cinco ou seis chances de gol, mas não foi isso. O que ele tem que fazer é criar oportunidades. E isso só vai acontecer com continuidade e dando chances ao jogador”, afirmou o treinador, que espera que atleta seja mais acionado.
A outra opção de ataque na atual seleção é Afonso. Fred, outro que chegou a ter boas oportunidades com Dunga, machucou-se antes da Copa América e só no último final de semana voltou aos gramados pelo Lyon. Novamente perguntado se o jovem Alexandre Pato, 18, do Milan, poderia ser uma solução, o treinador respondeu: “Não se pode colocar a responsabilidade em um menino como o Pato. Ele terá a oportunidade no momento oportuno”, finalizou. (SÃO PAULO/Folhapress)

Reservas não empolgam molecada

RIO (AE) - Crianças se agarraram ao alambrado enferrujado de uma das laterais do campo da Gávea e protestaram ontem com o incentivo dos pais: queriam a liberação da arquibancada para acompanhar o treino da seleção brasileira em situação menos desconfortável. A intenção da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de programar para a sede do Flamengo a atividade de ontem dos reservas da equipe de Dunga tinha um objetivo: o de aproximar a seleção do público carioca, mas isso quase não foi possível.
Com a colocação de painéis dos patrocinadores da seleção ao redor do gramado, o campo visual era restrito para quem estava localizado do lado oposto ao dos vestiários da Gávea.

(Fonte: O Diário do Pará)
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Trinca reencontra a paz  (Eliminatórias da Copa) escrito em quinta 11 outubro 2007 12:39

PARAÍSO Trio talentoso de Dunga vive lua-de-mel em Teresópolis

Até bem pouco tempo, a rotina deles era explicar a fase ruim na seleção enquanto brilhavam em seus poderosos clubes. Mas isso mudou. O trio mais talentoso do time de Dunga transferiu o clima de lua-de-mel da Europa para Teresópolis, onde a equipe nacional se prepara para a estréia nas eliminatórias, no domingo, contra a Colômbia, em Bogotá.
Ronaldinho, Kaká e Robinho passam por maus bocados nos seus times. O primeiro é acusado de noitadas por imprensa e torcedores em Barcelona, que transferiu para o argentino Lionel Messi posto de xodó das arquibancadas.

O segundo entrou em atrito com Carlo Ancelotti, o técnico do Milan, por sua função dentro de campo. “Estou jogando de forma diferente da temporada passada”, afirmou Kaká, referindo-se ao período em que teve seu melhor momento no futebol até agora.
Com Robinho, aconteceu algo pior. Ele perdeu a titularidade absoluta no Real Madrid, irritou-se com isso e ainda vem de contusão no tornozelo, que ontem o impediu de participar dos treinos no segundo dia da seleção em Teresópolis.

“Acredito que ele não será problema para o jogo de domingo”, afirmou o médico da seleção, José Luiz Runco.
“O tratamento que estou fazendo aqui está dando resultado”, afirmou Robinho, que projeta levar para o clube espanhol os fluidos do time nacional.

“Espero jogar no Real Madrid no mesmo nível que venho jogando na seleção brasileira”, disse o atacante.

Ronaldinho, 27, é hoje um jogador de poucas palavras na Espanha, mas no Brasil acontece o contrário. Ele nem se importa se Dunga designar a ele uma função diferente da que exerce no clube. E se emociona do tempo em que defende o Brasil, desde as categorias de base.

“É muito legal fazer parte da seleção há tanto tempo. Estou aqui desde os 12 anos. Na seleção, cada jogo pode trazer uma emoção diferente”, disse.
Ele, Kaká e Robinho prometem amor eterno à seleção, mas o relacionamento deles com seus clubes pode não ser tão longo. Logo depois de se estranhar com Ancelotti, Kaká disse que gostaria de jogar na Espanha. Ronaldinho pode fazer o caminho inverso, indo do Barcelona para o Milan. Quando ficou na reserva, Robinho não quis falar nem com o canal de TV oficial do Real Madrid.

No primeiro treino coletivo em Teresópolis, Dunga escolheu Júlio César para o gol. Vágner Love seguiu como centroavante e Elano entrou no lugar de Robinho. (TERESÓPOLIS/Folhapress)

Maracanã ainda preocupa

TERESÓPOLIS (Folhapress) - Foram sete anos de espera para o Maracanã reencontrar a seleção, mas, segundo a comissão técnica, o estado do gramado carioca pode prejudicar o desempenho da equipe no jogo contra o Equador, na próxima quarta.
Segundo Jorginho, o auxiliar de Dunga, ele nunca viu a grama do estádio tão ruim. “O campo está ondulado, além de feio”, disse Jorginho, que fez uma vistoria no local na última segunda-feira.
Ele até sugeriu que o jogo fosse feito no Engenhão, mas isso é impossível - até a tarde de ontem 47 mil ingressos para o duelo diante dos equatorianos foram vendidos, mais do que a capacidade da arena construída para o Pan. Os jogadores foram mais políticos, mas deixaram evidente a preocupação.
(Fonte: O Diário do Pará)

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